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Gente de Opinião

Carlos Sperança

Uma coluna sem papas na língua 01/01/11


 

 

Nova Rondônia

Começa hoje a era Confúcio Moura. Teremos a posse na Náutilus, a festa da democracia, a entronização da nova equipe no Palácio Presidente Vargas. Vem aí um estilo bem diferente daquele adotado na Era Cassol, cujo governo foi concluído por João Cahulla. A comunicação da latinha e do tambor será substituída pelas redes sociais. É novo governador priorizando o contato direto através dos blogs, dos sites.

 

Em peregrinação

Em peregrinação pelos meios de comunicação no meio da semana o prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho (PT) não evitou temas indigestos como o atraso das obras de convênios com o governo federal (viadutos), os criticados preços da reforma do Complexo Madeira-Mamoré e encarou de frente – no ano passado catimbou o jogo e saiu de férias – o reajuste das tarifas de transportes coletivos. Jogou limpo.

 

Vagas disputadas

Só em fevereiro a justiça eleitoral vai definir o destino de duas cadeiras, uma na Assembléia Legislativa, outra na Câmara Federal, que estão pendentes. Chama atenção o caso ocorrido na Câmara Federal, mesmo condenado e com um passado de falcatruas, o ficha suja Natan Donadon quer se garantir. Marcos Rogério, ficha limpa, sangue bom, esta no outro lado, tentando assegurar os seus direitos de eleito.

 

Tapa na cara

Nesta pendenga pela cadeira na Câmara Federal, uma vitória de Natan Donadon sobre Marcos Rogério, representará a vitória do mal, dos fichas sujas, dos sanguessugas, enfim, um verdadeiro tapa na cara da opinião pública de Rondônia, que foi as urnas clamando por renovação na política e que exige um comportamento honesto e condizente de seus representantes no Congresso. Algo que falta a Natan.

 

Balanço final

Satisfeitos com os avanços alcançados em sua terceira gestão em Ji-Paraná, o prefeito José de Abreu Bianco (Democratas) fez um balanço de suas ações frente ao Palácio Urupá. Bianco que já fez o melhor estádio de Rondônia na capital da BR e que neste mandato conseguiu tocar obras estruturais importantes terá como desafios agora levar adiante o novo anel viário, a construção de uma nova rodoviária e um novo Paço Municipal.

 

Os indicativos

Num release enviado de Ji-Paraná me foi repassada a informação que o município já conta com 90 por cento da população atendida por água encanada. Inicialmente me parece uma sapecada braba tipo daquelas do PSDB contar com 100 mil filiados (Expedito) e da deputada Marinha ter sido convidada para ser ministra. Nenhum outro município do estado conta com tantas ligações de água domiciliar. Mas sendo verdade, meus parabéns para a Caerd e para a prefeitura de Ji-Paraná.

 

Nossa celebridade

Assim como o Rio de Janeiro tem Beira- Mar e Elias Maluco  como celebridades criminais, Rondônia tem o seu rei dos criminosos, que é Max Dorado. Para se ter uma idéia de quem é este cara, ele matou a própria mulher, chegou a reinar no Urso Branco como um imperador, e num dos seus embates com a Polícia, usou metralhadoras Ponto 50 em cima de caminhonetes F- 1000, botando para correr dezenas de policiais, numa barreira  montada na BR-319. O cara é dinamite.

 

Do Cotidiano

Anunciando tragédias

Enquanto cursava doutorado na Universidade de Lancaster, no Reino Unido, onde esteve entre 2002 e 2006o pesquisador brasileiro Jó Ueyama tomou conhecimento da existência de um sensor de monitoramento de enchentes para rios britânicos desenvolvido pelo cientista inglês Daniel Hughes. “Na época, pensei na viabilidade de trazer essa ideia para o Brasil, que também sofre muito com enchentes”, diz Ueyama.

Desde então aprofunda a tese de que uma rede de sensores sem fio capaz de alertar autoridades sobre inundações iminentes poderá ser uma importante ferramenta de auxílio aos órgãos de defesa civil. Foi assim que chegou à elaboração de um equipamento de monitoramento que também é capaz de medir a poluição dos rios.

Jó Ueyama, cientista do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), em São Carlos, conseguiu fazer com que a poluição seja avaliada por meio da condutividade elétrica da água. Quanto mais limpa estiver a água, menos eletricidade será capaz de conduzir. Ou seja, quanto maior a condutividade elétrica medida, maior será o grau de poluição.

A pesquisa para o desenvolvimento da rede de sensores foi promovida por meio do Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes. Sob o título “Explorando o paralelismo e a reconfiguração dinâmica em redes de sensores”, o projeto de Ueyama recebeu uma aplicação prática depois de uma sugestão vinda de Daniel Hugues, seu ex-colega de doutorado.

 Para isso, o pesquisador brasileiro convidou Hughes, que atualmente é professor da Xi'an Jiaotong-Liverpool University (XJTLU), na China, para vir ao Brasil apresentar seu trabalho. O pesquisador britânico esteve em São Paulo em janeiro de 2010, na modalidade Auxílio à Pesquisa – Pesquisador Visitante, em apoio à proposta era desenvolver uma rede de sensores de enchentes baseada na cidade de São Paulo.

“Utilizamos no Brasil outro sensor e outro software”, disse Ueyama, explicando que a detecção de poluição também foi uma adaptação que não havia no projeto original inglês.  

 

Via Direta
 

*** Época de férias e vai aumentando os arrombamentos das casas de quem esta viajando ***Já sobram vagas no comércio, na construção civil, para padeiros, açougueiros, e até para secretárias domésticas em Porto Velho *** Como conseqüência, temos uma grande rotatividade de mão de obra e já não se encontra pedreiro nem para tocar torneira.
 

Gente de Opinião

Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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