Sexta-feira, 19 de maio de 2017 - 22h09
A falta de consenso
Enquanto os deputados federais e especialistas em segurança pública divergem sobre a unificação das polícias civil e militar no País, a proposta se arrasta e a população brasileira vai pagando o pato com o elevado índice de criminalidade que só em aumentando no País.
A questão da unificação foi debatida durante a semana na Câmara dos Deputados. As divergências ficaram bem claras na comissão destinada à unificação das polícias, numa reunião convocada pelo deputado Edson Moreira (PP-MG) que defende que a idéia que a unificação deve ser implantada o quanto antes.
O deputado Gonzaga (PDT-MG) defende a implantação de um ciclo completo entre as policias. Ressalta que a Policia Militar atua na prevenção e na repressão, enquanto a Policia Civil faz a investigação. No ciclo completo ambas atuariam de forma plena desde o inicio da ocorrência.
Já, os especialistas em segurança afirmam que a medida é inviável no momento e enquanto o sistema de justiça criminal (policias, MPs, judiciário) não se aproximar da população a unificação não funcionará.
As negociações
Por trás de um presidente cada vez mais isolado e sem força para continuar no cargo, nos bastidores a renuncia de Michel Temer (PMDB) já é negociada. Tal como Dilma Rousseff que foi cassada, mas manteve os direitos políticos, Temer segue a mesma toada até quando puder, enquanto as pressões para ser apeado do poder aumentam no Congresso Nacional, na base governista e nos movimentos sociais. A renuncia é questão de tempo.
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A catimba de Temer
Temer esta catimbando o jogo para negociar em condições favoráveis sua saída. No Brasil para se punir alguém a coisa tem que ser negociada e o vilão, no caso de ter o rabo preso da classe política, autorizar a punição. Lembro alguns casos da Assembléia Legislativa de Rondônia, quando alguns deputados foram “punidos”. E só foram punidos depois de acerto$.
Caos na saúde
Com o caos atingindo a saúde em todas as esferas, municipal, estadual e federal o município de Porto Velho carece de soluções. Na busca de parceria, o prefeito Hildon Chaves (PSDB) bisca entendimento com o secretário de estado da saúde, Willians Pimentel (PMDB) para que as coisas sejam agilizadas. O gerenciamento ficará por conta de quem? De Nero Pimentel?
Rotando caviar
Sem times sequer na série C do Campeonato Brasileiro, o futebol de Rondônia come pão dormido e rota caviar. Nos últimos anos a mania é fundar times com nomes dos grandes esquadrões estrangeiros, como o Barcelona (em Vilhena) e o Real (em Ariquemes). Agora, surge outra equipe com nome pomposo para disputar o campeonato profissional. O Saint German, de Ji-Paraná. Arre!
Enfim, um acordo
Nem derrotados nem vencidos e o governador Confúcio Moura e o prefeito HIldon Chaves finalmente chegaram a um acordo no tocante ao projeto de esgotamento sanitário e a futura rodoviária de Porto Velho. A fogueira de vaidades foi apagada e quem ganha é a capital, que diante de uma Caerd falida, poderá contar através de PPPs como desejava o prefeito tucano, tocar adiante as obras de água e esgoto.
Via Direta
***Novo enigma entre os políticos de Rondônia: quem é aquele conhecido nos bastidores como o “pegador de ovelhas”? *** Não confundir com o “Boto” da bacia Leiteira ***Depois de uma chuva de reclamações as autoridades começaram a trabalhar na movimentada estrada da Penal que dá acesso a Cojubinzinho, Aliança e São Carlos *** Já falta água em algumas regiões da Zona Leste da capital *** Os moradores dependem de bicas públicas e privadas.
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