Domingo, 18 de dezembro de 2016 - 08h01

O projeto de lei complementar, de autoria do governo do Estado, que aumenta de 11 para 14% o desconto da contribuição previdenciária dos servidores estaduais, transformou os sindicatos num baita ninho de cabas alvoroçadas. Nesta terça-feira, quando a matéria será apresentada na Assembleia Legislativa, lá estarão eles – os servidores – em pé de guerra contra o governador Confúcio Moura exigindo que os deputados estaduais retirem o projeto da pauta.
Agora a peleja governamental não é apenas contra os policiais civis que pleiteiam o seu plano de cargos e salários corrigido, e que acamparam nos corredores do Legislativo durante a semana. O pleito da entidade será reforçado pela presença de centenas de funcionários de outras categorias que vão tentar barrar o reajuste na previdência estadual.
O funcionalismo público alega que a situação de Rondônia é diferente de outros Estados onde o reajuste previdenciário está sendo implantado através de pacotes emergenciais. Ocorre que o Estado de Rondônia cresce a 3% ao ano – ante o crescimento negativo do PIB do País -, diferentemente de outras unidades da federação que estão com problemas até para quitar os salários de dezembro e, por conseguinte, asseguram os sindicatos – o governo do Estado não tem a necessidade de arrochar em Rondônia.

As cartas estão na mesa e o governo do Estado, que sempre teve maioria absoluta na ALE, agora terá uma peleja dura. Muitos deputados estaduais, embora funcionando como vacas de presépio no Legislativo durante o ano, se rebelaram e estão firmando posição com os servidores.
O revezamento
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Os senadores Valdir Raupp (PMDB) e Ivo Cassol (PP) ultimamente se revezam nas páginas dos jornais mais importantes do País protagonizando escândalos. Raupp pelo envolvimento na Operação Lava Jato; e o já condenado Ivo Cassol (em todas as instâncias) por malversação e improbidade administrativa em suas gestões como prefeito em Rolim de Moura e na condição de governador de Rondônia. Lembrando que Raupp também foi prefeito de Rolim, mas saiu limpo.
O crescimento
Em recente encontro com os prefeitos rondonienses, o governador Confúcio Moura (PMDB) anunciou que o Estado deve manter um índice de crescimento acima de 3% nos próximos dois anos. É pouco diante do seu primeiro ano de gestão, quando Rondônia teve um salto fenomenal de 11%, mas muito se for considerado o crescimento negativo do País nos últimos anos. Diante da crise, a economia rondoniense movida pelo agronegócio, vai muito bem obrigado.
Os prejuízos
O município de Porto Velho teve sérios prejuízos durante a seca histórica deste ano. O mês de outubro foi o pior de todos, já que o nível da Hidrovia do Madeira não permitiu a exportação e importação de produtos, havendo uma queda brusca de arrecadação de tributos para a municipalidade. Estima-se que só por com conta da seca deixaram de ser recolhidos R$ 80 milhões de impostos. Não é à toa que a gestão Nazif está esquentando a cabeça no fechamento das contas da atual gestão.
Via Direta
*** As chuvas estão se intensificando mas as alagações até agora não foram intensas em Porto Velho ***No entanto, algumas estradas vicinais já estão seriamente atingidas comprometendo o escoamento da produção agrícola *** É grande a expectativa para um acordo entre o govenador Confúcio com a classe dos policiais. A criminalidade tomou conta das principais cidades de Rondônia *** A falta de decoração natalina motiva reclamações generalizadas na capital, tanto dos comerciantes como da população. Ficamos sem clima de Natal.
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