Terça-feira, 12 de janeiro de 2016 - 20h30
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Compasso de espera
Boa parte das capitais brasileiras começa 2016 com um quadro mais definido das candidaturas as suas prefeituras para as eleições de outubro. Não é o caso de Porto Velho, onde a deputada federal Mariana Carvalho (PSDB) – considerada a favorita da peleja - ainda não assumiu a postulação e o PMDB se mostra rachado entre os nomes de Williames Pimentel e Lindomar Garçon.
O quadro local, como se vê, ainda esta muito indefinido. O deputado estadual Ribamar Araújo, um dos possíveis candidatos ainda vai deixar o PT e escolher um novo partido, para então ser lançado à disputa. Outros possíveis candidatos, como o ex-senador Odacir Soares (PP) e o empresário Edgar do Boi (PSDC) andam sumidos do mapa, enquanto que o ex-prefeito Roberto Sobrinho (PT) espera uma definição sobre o pedido de impeachment da presidente Dilma para então avaliar suas possibilidades, já que a onda vermelha acabou. Leo Moraes (PTB) também não confirma a disposição de ser candidato.
Esta tudo em compasso de espera e as certezas só virão com as convenções de julho com a escolha das candidaturas. Antes, teremos carnaval e em março o último prazo para filiações nos partidos.
A obra marcante
O prefeito Mauro Nazif e sua equipe, depois de avaliar a situação econômica do município, desistiram do projeto de uma obra marcante na sua administração, que seria a construção do novo centro administrativo da capital. A medida seria de impacto e até o local já estava definido, as imediações da maternidade municipal.
Depois de tantas lambanças nos últimos anos e na contramão de gestores eficientes que evitaram gastanças num ano de crise com festas que custaram o olho da cara, vejo uma decisão acertada no que tange ao novo Paço Municipal. Para inicio de conversa haveria muita briga pela definição do local escolhido; em segundo lugar a atual gestão apenas iniciaria a obra, virando outro esqueleto parado na cidade. Por último, a iniciativa daria claros contornos de obra eleitoreira.
Numa cidade que vivencia colapso na saúde, caos na segurança pública, pena com a mobilidade urbana e padece com uma crise econômica sem precedentes é preciso definir bem as prioridades. Neste aspecto de gestões eficientes, ponto para as prefeituras de Ariquemes e Ji-Paraná que tem evitado gastanças e lambanças ao longo das gestões.
Os agrobandidos
É mais do que justificada a reivindicação do deputado feral Lucio Mosquini (PMDB-RO) pleiteando patrulhas rurais para dar segurança às famílias que vivem no campo. Nos últimos meses, em algumas regiões do estado têm proliferado assaltos as propriedades rurais e inclusive com muito roubo de gado bovino, que tem mercado clandestino forte em alguns municípios e é pouco combatido em Rondônia.
Por tudo o que esta acontecendo, mais os embates pela terra em regiões conflitadas – Buritis, Machadinho, Jacinópolis etc – se torna necessária uma presença mais efetiva dos organismos de segurança. É o caso de colocar em funcionamento as patrulhas rurais, como pede Mosquini.
Esta tudo junto e misturado, elevando a criminalidade nas zonas rurais. Além disto, o estado e a União pecam por ineficiência com o programa Terra Rural que pouco avança na regularização das propriedades gerando desconforto e incertezas no campo. Nos últimos anos foram dezenas de famílias chacinadas pelas disputas de terras nas novas frentes de colonizações.
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