Sábado, 18 de novembro de 2017 - 22h01
A necessária depuração
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Diante dos indicativos terceiro-mundistas de Porto Velho – água, esgoto, drenagem, saúde, mobilidade urbana, etc - após mais de um século de emancipação política e administrativa, não existe outra conclusão: precisamos renovar os quadros, espanar os corruptos que só mamam nas tetas das esferas municipais estaduais e federais. Temos sido vitimas da omissão da nossa classe política durante todo este tempo e o problema tem sido recorrente ano após ano.
Descontados alguns prefeitos, governadores, vereadores e deputados bem intencionados – e não passa disto – a capital rondoniense chega às urnas em outubro do ano que vem com 350 mil eleitores, o suficiente para eleger – caso não haja mais uma vez a pulverização de votos - uns quatro deputados federais e uns 10 estaduais, além de encaminhar a eleição de um senador buscando a união das suas forças.
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A depuração é uma necessidade. A moralização da classe política imperativa. A união das lideranças locais – e aí esta o “X” da questão – pelo menos em causas comuns, como o esgotamento sanitário, ainda não chegou e por isto continuamos a pagar o pato. E eu continuo perguntando, até quando?
O isolamento
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Existe proposta de isolamento para a dupla Ivo Cassol/Expedito Junior que lidera um bloco em formação para a disputa do governo do estado no ano que vem. A maioria dos partidos de expressão busca a formação de um “Frentão” para a disputa e o PP de Ivo e o PSD de Expedito nem foram convidados para as conversações. A dupla vai liderar a oposição ao governo Confúcio no pleito do ano que vem.
Em colapso
Com a crise a maioria dos municípios rondonienses entrou em colapso e com sérios problemas para o fechamento de contas no final de ano. Mesmo buscando ajuda da Assembléia Legislativa, do governo do estado e da bancada federal, dezenas de prefeitos vão se enredar na Lei de Responsabilidade Fiscal com tantos buracos na saúde, transporte escolar e demais demandas sociais reduzidas já pela metade.
Pau no prefeito
Reportagem da SICTV
Nem começou o inverno – a rigorosa estação as chuvas da Amazônia - e o prefeito Hildon Chaves (PSDB) começa a ser apupado pela galera. Memes se espalham nas redes sociais e ele já é criticado até pelo que não fez. E muita gente a espera a decoração Natalina para descer o malho, como ocorreu com Mauro Nazif. Mas ao contrário da gestão anterior, HIldon encerra 2017 com bons índices de aprovação.
Fundindo a cuca
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O governador Confúcio Moura (PDB) continua fundindo a cuca dos aliados já que diz para efeito externo que não será candidato a cargos eletivos, mas se comporta como se estivesse já em campanha ao Senado, o que contraria os projetos do barbudo Valdir Raupp, que detém controle da legenda e que já mandou recado que a candidatura ao Senado de El Carecon esta vetada. Mas esta livre para disputar a Câmara Federal, reforçando a nominata do partido.
Aos murros
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Os políticos de Rondônia odeiam serem criticados pelas rádios e volta e meia a coisa acaba em bafafá. Em anos passados, na Ariquemes, Osmar Silva descia o pau em Ernandes Amorim, e o caudilho que ouvia o programa foi aos estúdios da emissora para espancar o adversário. Em Porto Velho, Ivo Cassol largava o porrete no deputado Amarildo quando ele (o deputado) apareceu furioso na Rádio Rondônia para tirar satisfações – e levar um murro na cara. Atualmente os políticos estão mais civilizados...
Via Direta
Reportagem da SICTV
***Com as chuvas voltaram os problemas das terras caídas, o fenômeno de desbarrancamentos nos rios da Amazônia *** Em Porto Velho a região mais atingida é do bairro Triângulo, próximo ao Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré ***
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A esposa que flagrou o marido deputado na cama espetado com um homem pediu o divórcio *** Ela denunciou a traição para o pastor da igreja, explicando que ele se fingia de evangélico para ganhar votos ***

A temporada promete...
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