Porto Velho (RO) quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
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Gente de Opinião

Aroldo Vasconcelos

Por uma cultura de paz em Porto Velho - Por Francisco Aroldo


Por uma cultura de paz em Porto Velho  - Por Francisco Aroldo - Gente de Opinião

A arquidiocese de Porto Velho, a despeito das ações concretas para a campanha da fraternidade 2018 - Fraternidade e superação da violência está empenhada em visitar e promover as parcerias necessárias para uma caminhada pela cultura da paz em nossa capital.

O arcebispo e a equipe de coordenação geral da Campanha vem realizando visitas a entidades, empresas e autoridades públicas com o sentido de conversar, promover e arregimentar parceiros para a concretização de duas ações especificas, uma para março e outra para o mês de abril próximos.

A primeira será uma caminhada pela paz com concentração no santuário arquidiocesano de Aparecida, na rua José Amador dos Reis, donde sairá às 15h do dia 17 de março, um sábado, milhares de pessoas em percurso simbólico de 2,5 Km com o objetivo de sinalizar e sensibilizar a cidade sobre os altos índices de intolerância e violência, com efeitos nocivos nas relações humanas, sendo durante a manifestação organizada, a divulgação de poesias, cantos, musicais e apresentações da juventude sobre o tema da violência e como superar.

As lideranças cristãs e as denominações religiosas, bem como os empresários, trabalhadores, produtores rurais, comerciantes populares, representantes dos poderes públicos constituidos, profissionais e operadores de comunicação, educação e da justiça estarão reunidos nesse ato pela promoção do diálogo universal e da cultura pela paz na capital.

Após essa ação, a coordenação geral pretende ainda em abril por meio de audiências públicas na capital reunir os representantes dos diversos segmentos da sociedade local para a firmatura de um Forum Permanente pela cultura de Paz em Porto Velho, onde serão debatidos, analisados e propostas ações de superação da violência no campo e na cidade, em especial para os segmentos da educação (escolas), mulheres vitimas e discriminação e abusos sexuais e para o contexto carcerário e de violência no trânsito.

O Fórum Permanente deverá funcionar em caráter de informativo aos setores públicos das deliberações e indicação de prioridades e ações (projetos) para o enfrentamento e superação dos atuais índices de violência em nossa capital, podendo ser um instrumento de controle e apoio social para as mudanças de atitude e comportamento, o que gera com a empatia dos participantes o ambiente desejado de paz e justiça social.

Todos somos convidados a participação, por uma cultura de paz e não violência, haveremos de contribuir com a construção de uma cidade mais justa e humanizada.

* O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Gente de Opinião não tem responsabilidade legal pela "OPINIÃO", que é exclusiva do autor.

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