Quarta-feira, 19 de abril de 2017 - 11h05
Aos amigos e amigas leitoras dessas poucas linhas escritas aqui no espaço do jornal Gente de Opinião quero me congraçar , rogando a Deus que seja sempre benevolente e amigo dos brasileiros, apesar de nossas "lideranças".
Digo isso porque na década de setenta quando estava cursando os primeiros anos de escola
tínhamos professores que nos ajudavam com o aprendizado e também com a moral e o civismo, até meados dos anos oitenta era isso que os mestres nos repassavam em meio ao português, matemática e geografias.
Aprendi com as professoras que o Brasil é um pais continental, mas eu vi mesmo o que isso significa quando já adulto e profissional pude viajar por todo o território nacional e conhecendo a todas as capitais e o DF conferir esse conceito que remete a quase nove milhões de quilômetros quadrados.
Realmente é enorme o espaço geográfico do pais para apenas quinhentos anos de desenvolvimento e progresso.
Realmente do ponto de vista histórico há muito que aprender e trabalhar nessas terras de Cabral.
Mas sinceramente pelo capital politico que dispomos hoje e que foi forjado desde o inicio dos anos noventa, estaremos fadados a outro século ou mais de vida colonial, periferia mesmo do mundo.
Não há lideres. Não há compromisso com a república.
Não há moral, estão desconstruindo as famílias e os faróis de civismo, união, integralidade e patriotismo na estão apagados. Adormecidos.
A cada inicio de semana desde 2015 somos combalidos com noticias que falam muito desse capital politico que herdamos.
Muita corrupção, muita desfaçatez, muito dinheiro público desviado e mal empregado. Pelo andar das carruagens devemos colher até 2020 muito desconforto como resultado dessa desarmonia colossal.
O Brasil não é mais um país continental, mas um agrupamento de 27 unidades desgastadas, desencontradas, concorrentes e adoecidas.
É preciso um plano estratégico e de re-estruturação de vinte anos urgente para retirar esse sistema da UTI que se encontra.
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