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Hiram Reis e Silva

A Terceira Margem – Parte LIX - DÉCIMA NONA CACHOEIRA (Guajará Mirim)


A Terceira Margem – Parte LIX - DÉCIMA NONA CACHOEIRA (Guajará Mirim) - Gente de Opinião

Bagé, 06.10.2020

 

Porto Velho, RO/ Santarém, PA ‒ Parte XXVIII

 

Viagem da “Real Escolta” – XV

 

DÉCIMA NONA CACHOEIRA (Guajará Mirim)

 

Na enseada da parte Oriental, está situada uma Ilha de figura quase oval ([1]), fundada sobre pedras. Na margem Ocidental, faz o Rio outra enseada mui dilatada, e no seio dela se forma outra Ilha de igual qualidade à antecedente, porém de muito maior grandeza, porque ocupa todo o vão da enseada referida, a cuja parte côncava corresponde a Ilha com a convexa quase em perfeita proporção. Destas Ilhas se espalham infinitas pedras miúdas, e outras avultadas, que umas atravessam o Rio, e outras se dilatam ao comprimento dela por espaço de um quarto de légua. Três são os canais por onde o Rio faz a sua passagem por entre as Ilhas referidas e a terra firme de uma e outra parte, despedindo furiosa correnteza, e insuperável pela margem Oriental e pelo meio, pois por ambos estes canais nem ainda em Rio cheio [como já estava] se acabam de cobrir as pedras, que se opõem a estas duas correntezas.

 

Nestes termos, examinado o Braço Ocidental, se achou praticável, pois somente havia para vencer uma tolerável correnteza, que se passou à corda; e costeando à direita entre a Ilha Grande e a terra firme no rumo de Oeste, e sem mais embaraço se finalizou o mesmo círculo da enseada no de Leste, e sem mais embaraço que algumas correntezas que se passaram a remo, portaram as canoas já da outra parte da Cachoeira na margem direita, com 6 horas de caminho, em que se andaria 2 léguas. [...]

 

Dia 02.02.1750, neste se continuou viagem costeando à direita no rumo de Lessueste, deixando pela mesma margem os primeiros pantanais que há neste Rio, e consiste em exceder a mãe do Rio, e alagar a terra por espaço mais de 2 léguas ao centro, que forma como Lago ao comprimento do fio em distância de muitas léguas mediando entre o pantanal uma breve porção de ribanceira, em que há arvoredo alto; e a terra que se segue ao centro que alaga é como campina, que somente tem alguns redutos ou Ilhas de arvoredo distantes umas das outras, que fazem mui vistosas aquelas dilatadas campinas. A estes pantanais se recolhe o peixe na ocasião que as águas fazem aquela inundação, e desampara de sorte a mãe do Rio, que neste por acaso ou maravilha se deixa pescar algum, e o mesmo sucede à caça volátil e quadrúpede, que se afasta para a terra firme, razão por que já deste lugar para cima se principiou a sentir esterilidade de víveres que, de ordinário, põe esta penúria em grande consternação os viajantes.

 

No rumo referido pela margem Oriental, aparecia a Cordilheira Geral, seguindo ao largo o mesmo Rio a Lessueste, rumo que aqui principiou a dar nova direção ao Rio pela frequência com que a agulha já buscava a Leste e Sueste, nos quais, com seis horas de caminho, se andaria quatro léguas e meia portando as canoas, já noite, na margem Oriental, havendo partido pelo meio-dia do lugar em que portaram no dia antecedente, ocupando-se a manhã do presente em ouvir Missa e descansar do importuno trabalho das Cachoeiras, cujo trânsito se havia conseguido com a felicidade referida, não sem admiração dos experientes; pois em tantos e tão trabalhosos passos não perigou nem se molestou pessoa alguma da Comitiva que passava de cem pessoas entre brancos e índios, havendo muitas ocasiões em que todos trabalhavam sem exceção de pessoa.

 

No dia 03.02.1750, se principiou viagem costeando à esquerda no rumo de Sudoeste, e passada outra volta, no de Oessudoeste se atravessou à direita, e por esta se costeou no de Sudoeste e Sueste, e ultimamente a Sul; e com 12 horas de caminho, se andara 8 léguas. No decurso deste dia não houve que notar coisa alguma mais do que não ter o Rio correnteza de consequência, e se atribuiu ao impedimento que iam achar as águas nas Cachoeiras, e por esta causa se detinham as águas como represadas e sem força em toda a navegação que se fez das Cachoeiras acima. No lugar em que portaram as canoas no dia três, que foi na margem Oriental do Rio, por haver naquele sítio o que era preciso para se guarnecerem as canoas do dano que haviam recebido na passagem das Cachoeiras, se passou o dia 04.02.1750 no lugar referido, onde se consertaram as coisas danificadas das embarcações, para com mais comodidade se prosseguir viagem.

 

A 05.02.1750, pelas quatro horas da madrugada, se principiou viagem costeando à esquerda no rumo de Sueste e Sul e, ao romper do dia, se passou à parte direita, e se costeou a Sudoeste, Sul, Susueste e Sueste; e neste rumo se topou com uma Ilha, que corria com a volta do Rio, e por entre ela e a margem direita se navegou e nesta volta se correram todos os rumos desde o Sul até chegar a Leste, e depois se navegou a Sudoeste até o lugar em que se portou que foi na margem Oriental com onze horas de caminho, em que se andara oito léguas. Até este lugar, não houve correnteza.

 

No dia 06.02.1750, ao amanhecer, se prosseguiu viagem no rumo do Sul e Sueste costeando à esquerda uma grande enseada, e depois a Sueste, e ultimamente ao Sul; e com onze horas de caminho se andara sete léguas. Neste dia, já houve alguma correnteza, que se venceu sem grande trabalho.

 

Dia 07.02.1750. Principiou-se viagem de madrugada costeando à direita no rumo de Sudoeste, e logo ao Sul e Sueste, e indo já no Lessueste se passou entre uma dilatada Ilha alagadiça e a terra firme Oriental, por cujo canal, saindo a Leste no fim da Ilha sobre a parte esquerda, se navegou a Nordeste, Norte, e outra vez a Nordeste voltando até Leste, em cujo rumo portaram as canoas fronteiro à ponta de outra Ilha pequena com dez horas de caminho a em que se andara sete léguas.

 

No dia 08.02.1750, depois de Missa, partiram as canoas às 8 horas da manhã costeando à direita no rumo de Sueste e Sul por espaço de uma hora, e atravessando à esquerda se costeou a Leste, a Sueste e Sul. Neste rumo, sendo já 16h00, se principiou a achar as águas do Rio menos barrentas, circunstância que se foi observando no resto da mesma tarde, até que, sendo já noite, se conheceu com luz ser a água de todo clara pela margem esquerda onde, parando a navegação, se observou daquele lugar haver no Rio três embocaduras, duas à parte do Sul, e uma à de Leste, cuja circunstância junto com a diversidade da água que se achava, se assentou, por certo, ser uma das 2 Bocas ao Sul a do Rio Mamoré.

 

Amanheceu o dia 09.02.1750 e, com a luz dele, o desengano do que a noite antecedente não deixava bem perceber. Com efeito, ao rumo de Sudoeste desembocava o Rio Mamoré ([2]) em uma Barra de mais de 500 braças ([3]), e para ela navegavam as canoas atravessando aquele quase golfo de água formado por este Rio, e pelo Aporé ([4]) na união que fazem umas e outras águas, sendo claríssimas as do Aporé (290) e as do Mamoré com a mesma turvação que têm as do Beni, a qual continua pelo dilatado espaço de que se fez menção no Diário em dia 2 de outubro do ano antecedente.

 

Do concurso que há neste lugar de umas e outras águas se derramam estas pela margem Oriental, e formam vários Lagos, cuja embocadura à parte de Leste é a que se havia notado na noite antecedente.

Das serras do Peru, que fazem a Cordilheira Geral dos Andes, nasce o Rio Mamoré, em altura de 18°30’ Latitude Austral, e sendo a sua direção quase do Sul para o Norte se encontra com o Guapaix, que tem suas origens das mesmas serras mencionadas e passa por Chuquisaca ou Cidade de la Plata, e por Santa Cruz de la Sierra la Nueva, até que, na altura de 16°, faz no rumo do Norte a sua união com o Mamoré, e ambos incorporados recebendo várias torrentes que das partes Ocidental e Oriental o buscam, discorre pela Província chamada de los Mojos, terra plana, pouco fértil, e tão estéril de riquezas, que consta não haver nas suas dilatadas campinas gênero algum de metal; continua pela mesma planície e, passando as terras dos índios chamados Cajubabas, mistura suas águas com as do Aporé (290) na altura de 12°40’ de Latitude Austral.

 

No ano de 1723, governando o Estado do Pará João da Gama da Maia, teve este notícia por alguns homens que iam a contratar gentio ao Rio da Madeira, que acima das suas Cachoeiras havia habitações de gente Europeia sem constar ao certo se de Portugueses ou Espanhóis: mandou explorar o dito Rio por uma tropa, de que foi Cabo Francisco de Mello Palheta, o qual, depois de passar as Cachoeiras indo navegando, encontrou perto da Boca do Rio Mamoré canoa de índios Castelhanos governada por um mestiço que guiou o referido Palheta até a Aldeia da exaltação de Santa Cruz dos Cajubabas, e tendo nela prática ([5]) com os Missionários que a região, voltou ao Pará com as notícias do que achou, sem fazer mais memórias de Rios, não só do Beni, que deságua entre as Cachoeiras de que já se fez menção, mas nem ainda do Aporé (287), que tão manifestamente se lhe mostrou, e era preciso atender na entrada ou saída do referido Mamoré.

 

Correndo os tempos e povoado o Mato Grosso pelos moradores do Cuiabá, nos anos de 1736 e 1737, sucedeu saírem daqueles novos Arraiais, no ano de 1742, homens na diligência de comerciarem com os Padres Castelhanos vizinhos, em ordem a refazer a dita Povoação de algum gado e cavalos, para cujo efeito, navegando o Aporé abaixo, chegaram a entrar pelo Mamoré, e com... [omitido do original] de viagem, portaram na mesma Aldeia de Santa Cruz de los Cajubabas, onde foram bem recebidos, porém sem resultado do projeto intentado.

 

Destes companheiros se apartaram três que, rodando Rio abaixo, e salvando as Cachoeiras, chegaram ao Pará onde, sendo apreendidos, foram dois remetidos presos a S. Majestade por transgressores da Lei de ... [omitido do original] e se assentou praça de soldado ao terceiro companheiro chamado Joaquim Ferreira Chaves, o qual, podendo-se escapar do serviço, desertou pelo Maranhão a buscar Goiás, e destas Minas passou ao Cuiabá, e ultimamente ao Mato Grosso onde, por este seu morador se teve a primeira notícia de que podia pelo Madeira haver comércio com o Pará.

Neste meio tempo, tornaram alguns moradores a fazer viagem do Mato Grosso à Aldeia da exaltação, sem conseguir coisa alguma de negociação, até que, no ano de 1747, achando-se aqueles Arraiais em grande penúria de sal, passou um cirurgião chamado Francisco Rodrigues da Costa a comerciar algum deste gênero, e com efeito o conseguiu a troco de fazenda seca, e também negociou cera e pano de algodão, que tudo lhe fez boa conveniência, com interesse da qual estabeleceu uma quase sociedade com o Missionado da Aldeia referida, dando este um rol dos gêneros de que necessitavam para se comutarem pelos acima mencionados nomeando para a troca ao Missionado de Santa Rosa, estabelecida novamente na margem Oriental do Aporé.

 

Com efeito, no ano seguinte, de 1748, fazendo o mesmo, Francisco Rodrigues compra, no Mato Grosso, dos gêneros sorteados, de que levou a lembrança por escrito e, fazendo viagem até a dita Aldeia de Santa Rosa achou removida a sociedade, de sorte que, não somente não se fez a troca dos gêneros, mas nem ainda o Missionado quis fazer aceitação de um mimo, com que o dito Francisco Rodrigues pretendeu politicamente lisonjeá-lo dando a razão de dissolver-se o estipulado, que haviam recebido apertadíssimas ordens do seu Superior, residente em Santa Cruz de la Sierra, para não terem os Missionados daquela Província comércio algum com Portugueses do Mato Grosso.

 

Voltou para aqueles Arraiais o referido cirurgião com os mesmos trastes mercantis que havia levado a Santa Rosa, e, na ocasião de chegar a escolta do Pará ao Arraial de S. Francisco Xavier, ali estavam à venda em loja pública. Estas foram até o presente as navegações Portugue­sas ao Rio Mamoré, tanto do Pará como do Mato Grosso, o que suposto, resta dar notícia das Aldeias que há no referido Mamoré, e do mais que houver memorável que lhe pertença. Navegando-se o Rio Mamoré correnteza acima, se achou, em meio dia de viagem, que se fez em canoa ligeira da escolta, ser a sua entrada ao Sudoeste, e limpo de Cachoeira, e não tem Ilhas.

 

Pelo que consta de informações que deram os Portugueses do Mato Grosso que o navegaram até à Exaltação, e pelo que se acha escrito em idioma Espanhol impresso, sabe-se ser esta Aldeia a primeira que se oferece na sua navegação 8 dias de viagem Rio acima: está fundada há mais de sete anos na margem Ocidental do Rio em terra plana, lançada em figura quase quadrada: a construção das suas casas de barro com cobertura de colmo, a Igreja a tem de telha, e é suficientemente ornada; tem Padres Missionários e Coadjutor da Religião de Santo Ignácio. Os índios habitantes consta serem de nação chamada Cajubabas, e terá de um e outro sexo e idade quase três mil pessoas e, destas capazes de uso de armas, 460.Ocupam-se estes índios em fazer roças de milho para o seu sustento, e pastorear algum gado vacum.

Os seus haveres consistem na extração de cera, que as abelhas fabricam naturalmente pelos troncos das árvores, lavram algodão de que se vestem, e dele também se utilizam para o comércio, como também de algum açúcar, de que tem engenho, indo a Santa Cruz de la Sierra comutar estas espécies pelos gêneros, que são precisos ao seu uso, e Viático para o Missionado.

 

Desta Aldeia, poucos dias de viagem, deságua na mesma margem Ocidental o Riacho chamado Aporé o qual, na parte em que se divide em vários braços, está fundada a Aldeia de Santo Ignácio, composta de quase três mil almas de um e outro sexo e idade, e entra neste número mil trezentos e vinte oito catecúmenos, dos já batizados podem usar das armas 570. [...]

Onde o Rio Mamoré se junta com o Guapaix à parte Oriental está situada a Aldeia chamada Loreto, tam­bém de Mojos, com 2.900 almas, 923 catecúmenos, e dos batizados 660 capazes de armas.

 

Seguindo Guapaix acima, já perto da Cidade de Santa Cruz de la Sierra, deságua à parte direita um Riacho chamado Palometa, no qual está fundada a Aldeia de S. José quase na falda da serrania dos Andes; tem 2.105 almas de um e outro sexo e idade, e destes tem 700 capazes do uso de suas flechas.

 

Correndo pelo centro à parte Ocidental dos Mojos, está fundada outra Aldeia de S. José com 3.177 almas, em que entram 1.717 catecúmenos e, dos batizados, tem 500 capazes de armas. [...] Todas as Aldeias aqui apontadas são Missionadas pelos Religiosos de Santo Inácio, de cuja sagrada sociedade era aluno o Venerável Padre Espinosa, martirizado pelos Mobimas. O Superior destes Missionados assiste na Cidade de Santa Cruz de la Sierra, e pela direção deste Superior se governa toda esta Província, que se chama dos Mojos, por serem estes os primeiros que, largando a Idolatria, admitiram a promulgação Evangélica debaixo da proteção dos Monarcas de Castela.

 

A maior parte do terreno por onde discorre o Rio Mamoré, e estão fundadas as Aldeias referidas, é tão plano a que em tempo de águas rebojam os Rios de sorte que, alagadas as campinas, se fazem navegáveis, recebendo grande dano as sementeiras; também impedem a multiplicação do gado, e até as mesmas povoações padecem sustos grandes, não só pelo perigo que pode resultar-lhes das inundações, mas pela a que ficam aqueles povos condenados, quando são mui desordenadas as cheias.

 

O clima desta região é sumariamente intemperado que, além de ocasionar doenças terríveis, contribuiu mui pouco para a fertilidade dos frutos e víveres, razão por que se padece de tudo bastante penúria em alguns dos povos aqui relatados. (G. FONSECA, 1826)

 

Bibliografia

 

G. FONSECA, J.. Notícias para a História e Geografia das Nações Ultramarinas – Portugal – Lisboa – Academia Real das Ciências – Coleção de Notícias para a História e Geografia das Nações Ultramarinas, que Vivem nos Domínios Portugueses, ou lhe são Vizinhas, Volume 4, n° 1, 1826.

 

 

Solicito Publicação

 

(*) Hiram Reis e Silva é Canoeiro, Coronel de Engenharia, Analista de Sistemas, Professor, Palestrante, Historiador, Escritor e Colunista;

 

·     Campeão do II Circuito de Canoagem do Mato Grosso do Sul (1989)

·     Ex-Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);

·     Ex-Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);

·     Ex-Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar – RS (IDMM – RS);

·     Ex-Membro do 4° Grupamento de Engenharia do Comando Militar do Sul (CMS)

·     Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);

·     Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);

·     Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS – RS);

·     Membro da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER – RO)

·     Membro da Academia Vilhenense de Letras (AVL – RO);

·     Comendador da Academia Maçônica de Letras do Rio Grande do Sul (AMLERS)

·     Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

·     Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).

·     E-mail: hiramrsilva@gmail.com.



[1]   Ilha de figura quase oval: Guajará-mirim ou Isla Suárez.

[2]   Rio Mamoré: 11°55’46,1” S / 65°01’31,1” O.

[3]   500 braças: 1.100 m.

[4]   Aporé: Guaporé.

[5]   Prática: conversação.

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