Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 - 08h11

Amanda Keulem saiu do distrito de Jaci Paraná, a cerca de 90 quilômetros de Porto Velho, com um objetivo muito claro: viver um Réveillon diferente ao lado do filho, Abner Felipe, de 9 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Dona de casa e também pessoa com deficiência, ela escolheu o Viradão do Béra por saber que, pela primeira vez, a virada do ano na capital teria um espaço pensado especialmente para a inclusão.
“É a primeira vez que eu vejo tanta inclusão no Réveillon de Porto Velho. Eu sou uma pessoa com deficiência e tenho meu filho, que é autista. Estou muito feliz por poder proporcionar isso pra mim e, principalmente, pra ele. É a primeira vez que consigo trazer meu filho para um evento assim. Sou muito grata à Prefeitura e à Secretaria de Inclusão. Fiz questão de vir justamente para viver esse momento com ele”, relatou Amanda, emocionada.
O Réveillon de Porto Velho foi marcado por inclusão e cidadania. Durante o Viradão do Béra, a Prefeitura de Porto Velho disponibilizou um Espaço Inclusivo, garantindo que pessoas com deficiência, idosos e pessoas com mobilidade reduzida pudessem celebrar a chegada do novo ano com conforto, segurança e dignidade.
O espaço contou com área reservada e acessível, boa visibilidade do palco, equipe de apoio especializada, intérprete de Libras, além de cuidados específicos para pessoas com neurodivergência, como a disponibilização de fones de ouvido para reduzir o impacto sonoro dos fogos e das atrações musicais. A estrutura foi instalada em um ponto estratégico do evento, permitindo que todos participassem da festa sem barreiras físicas ou sociais.
Para a secretária adjunta da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), Tércia Marília, a iniciativa representa um avanço concreto nas políticas públicas de inclusão do município.
“Nosso espaço foi pensado e projetado para pessoas com deficiência e neurodivergentes. Ver os autistas tranquilos, com os fones de ouvido oferecidos pela Prefeitura, respeitando a legislação, sem estampidos fortes, ver as pessoas em cadeira de rodas próximas ao palco, as pessoas surdas com intérprete de Libras, mostra que a inclusão é real em Porto Velho. A gente agradece à gestão municipal e à população por abraçar essa causa. Hoje existe pertencimento em Porto Velho”, destacou.
Entre as famílias que aproveitaram o Espaço Inclusivo estava Raimundo Paulo, pai de Gabriely Souza, de 6 anos, também autista. Para ele, a sensação foi de tranquilidade e segurança.
“Eu estou achando que está sendo um lugar muito bom. Estamos tendo segurança para as crianças que estão no espectro. Está sendo muito bacana. Eu me sinto bem em estar aqui com minha filha, vendo ela segura”, afirmou.
O Viradão do Béra mostra que o Réveillon de Porto Velho é um evento democrático, acessível e pensado para todos. A iniciativa evidencia o papel da Prefeitura como agente promotor de inclusão, acessibilidade e cidadania, garantindo que a celebração da virada do ano seja um direito de toda a população.
Para o prefeito Léo Moraes, a inclusão não pode ser apenas discurso, mas prática constante. “Nosso compromisso é fazer de Porto Velho uma cidade para todos. O Viradão do Béra mostra que é possível realizar grandes eventos com respeito, acessibilidade e cuidado com as pessoas. A inclusão precisa estar presente em todas as políticas públicas, e é isso que estamos construindo junto com a população”.
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