Sexta-feira, 22 de maio de 2009 - 16h31
Como forma de alertar a população sobre os males provocados pelo fumo, sobretudo ao coração, a secção rondoniense da Sociedade Brasileira de Cardiologia realiza, dia 31 de maio (domingo), no Espaço Alternativo, em Porto Velho, uma grande campanha de orientação, com distribuição de panfletos educativos, em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Fumo.
O presidente da seção, o cardiologista Géderson Rossato, diz que, só no Brasil, o tabaco faz, anualmente, 200 mil vítimas, e que por isso importante realizar campanhas preventivas. “O trabalho de orientação é feito principalmente aos jovens, fumantes ou não”, diz.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o fumo é fator causal de 50 doenças diferentes, destacando-se as cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas.
As estatísticas demonstram que 45% das mortes por infarto do miocárdio, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema), 25% das mortes por doença cérebro-vascular (derrames) e 30% das mortes por câncer podem ser atribuídas ao cigarro. Outro dado alarmante: 90% dos casos de câncer do pulmão têm correlação com o tabagismo.
O trabalho de prevenção é coordenado pelo médico Luiz Gomes dos Santos Filho. Segundo ele, a Sociedade Brasileira de Cardiologia trabalha principalmente em datas temáticas, devido os inúmeros males que afetam o coração.
No dia 26 de abril último, em conjunto com a Liga Acadêmica de Cardiologista - coordenada pelo médico João Roberto Geneli - a seção fez panfletagem alertando sobre os riscos da hipertensão, um dos maiores causadores do Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Em relação ao resto do Brasil, segundo o médico Géderson Rossato, o número de casos de infarto em Rondônia é menor que no Sul e Sudeste. “Há duas explicações para isso. A primeira é que aqui há mais jovens. A segunda é que muitos casos de princípio de infarto não são diagnosticados, isso porque, geralmente, o paciente é atendido por algum médico de outra especialidade”.
Segundo Géderson, em Rondônia há o predomínio do AVC. “Há, no Estado, mais casos de derrame cerebral do que de infarto”, alerta.
Fonte: Ascom
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