Quinta-feira, 1 de novembro de 2012 - 17h15
Representantes de órgãos de saúde pública, educação, justiça e conselhos de direito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), estiveram reunidos no 1º seminário municipal de Saúde do Adolescente, para discutir a gravidez precoce em Porto Velho.
De acordo com o secretario da Semusa, Williames Pimentel, no ano passado, dos 4 mil partos realizados na maternidade Mãe Esperança, 1.100 foram de meninas e jovens com idade entre 10 e 19 anos, muitas delas em sua segunda gestação. “Temos que estar atentos. A erotização da mídia, nas novelas e outros programas de entretenimento mexem com a cabeça das nossas crianças”, alertou.
Ele lembrou que desde a inauguração da Maternidade Mãe Esperança a Semusa vem desenvolvendo um projeto chamado “De Novo Não”, direcionado para mães adolescentes que têm seus filhos na maternidade. O trabalho tem o objetivo de evitar uma nova gravidez. “Precisamos de uma nova campanha: “Ainda Não”, afirma Pimentel.
A idealizadora do projeto “De Novo Não”, a diretora da Maternidade Mãe Esperança, Ida Peréa, informa que apesar de todos os esforços que são feitos para diminuir a incidência de adolescentes grávidas em Porto Velho, o número de casos não está diminuindo, por uma série de razões, por isso a necessidade de um esforço coletivo para deter esta tendência.
A promotora da Infância e da Juventude de Porto Velho, Tânia Garcia Santiago, disse ter ficado “impressionada” com o número de participantes do seminário. “A sociedade precisa agir em conjunto para quebrar o ciclo vicioso de famílias formadas por gestações não planejadas em que os filhos também não contam com condições para estudar e trabalhar com dignidade”. Para a promotora, “é praticamente impossível que uma jovem de 16, 17 anos tenha maturidade para ter um filho, por isso é necessário que a sociedade como um todo a família e a escola se comprometam em alertar os adolescentes de que o sexo quando não é seguro pode ter como conseqüência outra vida”.
O Seminário foi realizado através de palestras e debates entre os participantes, onde foi relatado também sobre a violência doméstica contra crianças e adolescente e violência contra a mulher.
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