Quarta-feira, 5 de janeiro de 2011 - 18h46
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A área da saúde municipal vai contar com um investimento de mais de oitocentos milhões de reais dentro do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal, PAC II. O dinheiro vai ser usado na construção de mais oito Unidades Básicas de Saúde e três UPAs, Unidades de Pronto Atendimento. A nova fase do programa vai contar com mais recursos na área da saúde, cada Unidade Básica está estimada em torno de R$ 563.000, enquanto as Unidades de Pronto Atendimento foram avaliadas em quase 4 milhões de reais cada.
Oito Unidades Básicas de Saúde serão beneficiadas com os recursos do PAC II, entre elas o Centro de Saúde Osvaldo Piana, no bairro Areal, onde será priorizada a mudança de modelo no atendimento a comunidade local, com uma infraestrutura que atenda a demanda crescente dos serviços de saúde. Para tanto passará pela construção de uma nova Unidade de Saúde para fortalecimento da atenção a saúde básica, que tem hoje a capacidade para atender uma demanda de quase 14 mil pessoas.
Outras unidades que serão beneficiadas: o Centro de Saúde Mauricio Bustani, no bairro Liberdade, o de Nova Floresta, no bairro que leva o mesmo nome, a Unidade Básica de Saúde Socialista II, na zona Leste, o Centro de Saúde Areal da Floresta, as Unidades de Saúde Renato Medeiros, no bairro Bela Vista, a de Aponiã e a Unidade do Flamboyant.
O investimento em Unidades Básicas significa uma importante ampliação da Estratégia Saúde da Família. As equipes que as compõem têm disponível cada uma, de um médico, enfermeiro, um técnico ou auxiliar de enfermagem e até 12 agentes comunitários de saúde. Cada UBS pode ter mais de uma equipe de Saúde da Família e cada equipe é capaz de atingir uma população de 4 mil habitantes.
Estrutura
A unidade UPA tipo II possui 1.695,83m² de área construída e a da Zona Rural UPA tipo I, compreende 1.285m². Todas possuem infraestrutura suficiente para funcionar 24 horas em todos os dias da semana, sendo que as instaladas na capital terão capacidade para atender cerca de 400 pacientes ao dia. Todas terão equipe interdisciplinar, com médicos, enfermeiros, odontólogos, farmacêuticos, bioquímicos, biomédicos, assistentes sociais e equipe de apoio técnico e administrativo, compatível com seu porte.
A estimativa do governo municipal é de que a maioria da população portovelhense, cerca de 400 mil habitantes, seja beneficiada com a construção das Unidades Básicas de Saúde, enquanto as UPAs serão destinadas ao fortalecimento do atendimento de baixa e média complexidade, o que vai ajudar a desafogar as emergências dos hospitais e promover um atendimento mais rápido aos pacientes.
Fonte: Ascom
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