Quinta-feira, 11 de outubro de 2012 - 10h19
Renata Giraldi
Agência Brasil
Brasília – A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que é fundamental o empenho das autoridades para evitar a gravidez entre adolescentes. No mundo todo, uma em cada cinco adolescentes e jovens deu à luz com menos de 18 anos. Nas regiões mais pobres, a proporção passa para uma em cada três. A organização informa que é elevado o número de mortes entre pessoas de 15 a 19 anos que não resistem às complicações pós-parto.
Pelos dados da OMS, cerca de 16 milhões de adolescentes dão à luz todos os anos no mundo principalmente nos países em desenvolvimento.
A estimativa é que aproximadamente 3 milhões de jovens, de 15 a 19 anos, submetem-se a abortos ilegais por ano. Pelo menos metade dos bebês de mães adolescentes morre. Também há de indicações que eles sejam mais propensos a ter baixo peso ao nascer. A maior incidência (95%) ocorre em países de baixa e média renda.
A entidade diz ainda que os casamentos entre crianças e adolescentes, tradição em alguns povos, geram o aumento da violência e do abuso sexual, elevando também os riscos de infecção pelo vírus HIV. As meninas que casam cedo têm menos acesso à escola e as perspectivas de emprego também diminuem. Em países de baixa e média renda, mais de 30% das meninas se casam antes dos 18 anos de idade e aproximadamente 14% antes dos 15 anos.
As taxas de natalidade entre as mulheres com baixa escolaridade são mais elevadas do que entre as que têm ensino médio e superior. Segundo a OMS, há adolescentes que desconhecem os meios contraceptivos e outras são incapazes de obtê-los.
Também há informações sobre denúncias de violência sexual contra as adolescentes. Mais de um terço das meninas em alguns países relatam que sua primeira relação sexual foi forçada.
Em 2011, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou uma resolução incentivando os países a implementar medidas que levem à melhora da saúde das adolescentes e jovens no mundo. As
recomendações têm como objetivo reduzir os casamentos antes de 18 anos, diminuir as gestações entre adolescentes e jovens com menos de 20 anos e aumentar o uso de contraceptivos.
Há ainda metas de reduzir os casos de sexo forçado com crianças, adolescentes e jovens, assim como abortos ilegais e partos precoces. Mais detalhes sobre o estudo podem ser obtidos na página da OMS na internet.
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Diretoria do Ipam tranquiliza prestadores de serviços médico-hospitalares
A diretoria do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Porto Velho (Ipam), reuniu-se com a diretoria do Sindicato dos Es

Porto Velho: UBS fecham no Ano-Novo; UPAs e policlínicas seguem abertas
A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informa que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Porto Velho estarão fechadas nos dias 31 de dezembro e 1º d

ASSDACO encerra 2025 com recorde de ações preventivas contra o câncer no interior de Rondônia
O ano de 2025 marcou um avanço significativo na prevenção ao câncer em Rondônia, especialmente no interior do estado. Com sede em Cacoal, a Associaç

O auditório do Teatro Banzeiros ficou lotado nesta terça-feira (16) para presenciar um marco histórico para a saúde pública de Porto Velho: a solenida
Quinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)