Segunda-feira, 29 de novembro de 2010 - 18h13
Carolina Pimentel
Agência Brasil, Brasília – A partir de 2011, o Brasil vai adotar o teste que permitirá o diagnóstico da sífilis em cerca de 15 minutos. O método foi desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (BioManguinhos) e a empresa Chembio Diagnostic, dos Estados Unidos. O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, firmou hoje (29) acordo com a empresa norte-americana para a transferência da tecnologia no período de cinco anos.
Os exames têm como alvo o diagnóstico precoce da doença em grávidas. Cerca de 48 mil gestantes no Brasil são infectadas pela sífilis, quatro vezes mais do que a prevalência do vírus HIV, conforme cálculos do Ministério da Saúde. Estima-se 12 mil casos de sífilis congênita por ano, passada da mãe para o feto.
Os novos testes serão oferecidos em kits para o Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde calcula a necessidade imediata de 1 milhão de testes. Atualmente, a rede pública dispõe dos métodos tradicionais. De acordo com a Fiocruz, a nova tecnologia é 50 vezes mais sensível na do que o método atual, e não exige treinamento complexo dos profissionais.
Causada pela bactéria Treponema pallidum, a sífilis pode causar problemas de cegueira, paralisia, cerebral e cardíacos. É transmitida pela relação sexual sem preservativo, transfusão de sangue contaminado ou durante a gestação ou o parto. Os primeiros sintomas são feridas nos órgãos sexuais, que não doem, nem ardem ou coçam. As feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz, dando falsa impressão de cura. Sem o tratamento, podem surgir manchas nas mãos e pés e queda de cabelos. A pessoa pode ficar sem sintomas da contaminação de três a 12 anos.
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