Quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011 - 16h25

Condições de trabalho precárias, colocando em risco a saúde e prejudicando o desempenho profissional de médicos, enfermeiros, auxiliares e demais trabalhadores do Pronto Socorro e Hospital João Paulo II, de Porto Velho, denunciadas ao Ministério Público do Trabalho (MPT) em Rondônia, foram investigadas nesta quarta-feira (23) em diligência conduzida pelo procurador do Trabalho Ruy Fernando Gomes Leme Cavalheiro, titular da CONAP – Coordenadoria Nacional de combate às irregularidades trabalhistas na Administração Pública na Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região / RO e AC.
Na diligência realizada na única unidade de atendimento de emergência do Estado, com assessoria do analista pericial em segurança do trabalho Antenor Oliveira e do analista processual Igor Marinho, o procurador do Trabalho Ruy Fernando encontrou inúmeras inadequações às normas regulamentadoras do trabalho. O procurador observou que a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) da unidade hospitalar funciona ao lado de um de depósito de lixo; que em muitos ambientes de trabalho falta ventilação e são fortes os odores de mofo. Em outros ambientes foram encontradas fios elétricos expostos, submetendo os trabalhadores a riscos de sofrer de serem vítimas de descargas elétricas.
Carga de trabalho excessiva com um número de pacientes muito acima do recomendado por profissional, dificuldade de acesso aos doentes por falta de espaço suficiente entre os leitos e assistência prestada nos corredores ou ajoelhados, denúncias feitas pelo Sindicado Médico de Rondônia foram constadas durante a diligência.
Também foi investigada a denúncia da falta crônica de material descartável e de proteção individual; a destinação de máscaras inapropriadas para evitar contaminação de médicos, enfermeiros e auxiliares causadas pela falta de ventilação em certos locais e situações de insalubridade extrema de certos locais de trabalho.
Nos locais destinados ao repouso médico e dos enfermeiros e auxiliares ficou constatado haver improvisos e inadequações dos ambientes. Nesses ambientes foi verificado haver amontoados de camas tipo beliche, buracos no forro sobre os leito; reclamações de profissionais de saúde ser comum ver roedores nos ambientes; odores fortes de mofo; e no repouso dos enfermeiros um banheiro transborda água causando alagamentos no ambiente.
Sobre o que viu e encontrou no hospital e pronto socorro João Paulo II, o procurador do Trabalho Ruy Fernando disse que um relatório será produzido, o qual vai apontar os pontos a serem adequados pela administração pública estadual para corrigir as irregularidades constatadas na investigação.
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Fonte: Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre
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