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Saúde

Maternidade Municipal - Quatro mil partos em um ano


Com a presença dos bebês Hugo Mikael Chagas e Alfredo Gabriel da Cruz Aguiar – o primeiro e o milésimo nascidos na Maternidade Municipal Mãe Esperança – o prefeito Roberto Sobrinho abriu a festa, nesta quarta-feira (4), do primeiro aniversário da unidade hospitalar mais moderna do gênero no estado. 
“Tenho ouvido muitos elogios da comunidade para os serviços prestados pela nossa Maternidade Municipal. Estou muito orgulhoso de ter contribuído para o nascimento de 3912 porto-velhenses, dos quais 68 por cento de parto normal e apenas 15 por cento cesáreos,contrariando estatísticas negativas das regiões mais desenvolvidas do país, onde existe uma verdadeira indústria de partos cesarianos. É preciso que todos saibam que enquanto a legislação determina que os municípios devem aplicar 15 por cento dos recursos na área da saúde, nós estamos investindo 19,5 por cento das verbas da prefeitura, ou seja, 4,5 por cento mais do que a lei exige”, esclarece o prefeito, informando que todos os esforços são no sentido de melhorar cada vez mais o atendimento. “A população procura sempre os melhores serviços. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a confiança da comunidade em nosso trabalho e a dedicação dos servidores da maternidade, que já é fonte de referência no meio médico-hospitalar”, disse Roberto sobrinho.
Números
A diretora da Maternidade Municipal, a médica Ida Perea e o secretário de saúde Sid Orleans, chamaram a atenção para o baixo número de natimortos (doze), em alguns casos o bebê já chegado ao hospital sem vida. Também destacou as ações ligadas ao planejamento familiar com 417 laqueaduras realizadas em 1 ano de atividades, 113 vasectomias, e 7677 atendimentos psicológicos pré e pós parto. Perea ressaltou que pretende concentrar energias para diminuir a incidência da gravidez indesejada. “Não é possível que um país que derrotou a paralisia infantil, não possa unir forças para reduzir a gravidez indesejada. Vamos lançar mão de todos os recursos para impedir que nossas moças, especialmente as menores de idade, tenham bebês não planejados,” finalizou a médica.    
 
Fonte: Ascom

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