Terça-feira, 19 de setembro de 2006 - 14h37
Lúcio Albuquerque
Um programa de incentivo à realização de exame pré-natal, visando evitar que crianças possam nascer com doenças gravez que as limitem para o resto de suas vidas, ou até concorram para a morte prematura, já está sendo desenvolvido em 51 municípios do Estado - apenas Porto Velho está fora em razão de não ter sido fechado o convênio para tal.
O programa é aplicado numa parceria do IPED, APAE, Secretaria de Estado da Saúde, Secretarias Municipais de Saúde, com apoio do programa SUS. Ele se direciona a que gestantes façam o pré-natal e através da coleta de material, que pode ser feito num posto de saúde, se identifiquem doenças diversas, como hepatite, fenilcetonúria, chagas, HIV e mais 12 delas.
Segundo a bioquímica Jaqueline Silva, esse programa oferece todas as condições para que a gestante, no momento do parto, possa ter um atendimento diferenciado, caso seja identificada durante o pré-natal alguma doença dentro do quadro previsto pelo teste.
"O programa facilita o diagnóstico dessas doenças, reduzindo os riscos do bebê e da gestante", explicou a bioquímica, lembrando que ele vai permitir também ampliar as possibilidades de identificação de doenças através do Teste do Pezinho que é coordenado na região pela Nativida.
"A diferença favorável é que o programa de incentivo ao pré-natal permite que o médico tenha conhecimento antecipado de doenças que uma gestante tenha absorvido e, também, que pode até realizar o tratamento, o que vai reduzir casos de crianças nascendo com males que, depois, irão prejudicá-la pelo resto da vida", disse o bioquímico José Mourão, do Nativida.
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