Terça-feira, 8 de novembro de 2011 - 12h05
Saúde Pública em Rondônia é de 2ª qualidade e não oferece suporte adequado para a população, segundo avaliou nesta terça-feira o presidente do Sindicato Médico de Rondônia (Simero), Rodrigo Almeida. Para ele, a expectativa é que, com a vinda da executiva do Conselho Federal de Medicina (CFM) ao Estado nesta terça, o Governo reabra o diálogo com as entidades médicas a fim de melhorar a prestação da Saúde ao cidadão.
Sobre o Plano de Carreira, Cargo e Salário (PCCS) dos profissionais da saúde que atuam no serviço público, Rodrigo Almeida diz que o Estado prometeu para setembro uma resposta sobre a proposta. “Contudo, o mês se findou e o governo não se pronunciou a respeito”, acentua. Segundo Rodrigo, a criação do PCCS seria um passo inicial para atrair profissionais, o que, de acordo com ele, acarretaria numa melhoria substancial do serviço público de Saúde.
Rodrigo Almeida chamou de irresponsável e indolente o tratamento que é oferecido ao usuário do SUS (Sistema Único de Saúde) nos hospitais públicos, tanto na capital quanto no interior.
O hospital e pronto socorro João Paulo II, que se tornou emblemático quando se fala em Saúde Pública em Rondônia, carece de leitos inclusive na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Segundo denúncias, pacientes esperam durante dias por uma vaga na UTI.
Segundo o médico, o Simero já alertou o Cremero (Conselho Regional de Medicina de Rondônia) e várias outras autoridades sobre o problema, mas, mesmo com ações judiciais movidas pelo Ministério Público do Estado (MPE), o governo tem se mantido inerte, sustentando ainda a proposta de terceirização do setor, o que, na opinião de Rodrigo Almeida, só traria malefício à população.
Nesta quarta-feira, em conversa com parlamentares e com o governador Confúcio Moura, o Simero exigirá que o exercício da medicina seja mais valorizado. Segundo ele, condições de trabalho e remuneração adequada é a solução para a saúde de Rondônia.
Fonte: Simero
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