Sábado, 11 de fevereiro de 2017 - 17h11
Os secretários de Saúde Alexandre Porto [Porto Velho] e Williames Pimentel [Estado] defenderam na manhã de quinta-feira [9] a necessidade do apoio da população porto-velhense em abrir as portas de suas residências e terrenos para facilitar a atuação das equipes da força tarefa de combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, com o apoio de grupos das Forças Armadas.

O apelo foi reforçado durante reunião com jornalistas na sede da Semusa, quando foram apresentadas as estratégias de combate ao mosquito a partir de segunda-feira (13). Os grupos de agentes da saúde começarão o trabalho no bairro Socialista, devendo cobrir toda a cidade, priorizando as regiões mais críticas.

Para desenvolver a operação, as secretarias contarão com o apoio de 100 militares do Exército e da Marinha, agentes comunitários de endemias da Semusa, com apoio logístico da Sesau, Defesa Civil estadual e outros parceiros. “O sucesso da mobilização, para ser eficaz, depende também do apoio da população, que deve facilitar a entrada e a atuação dos agentes”, disse Porto.

A operação terá início com a saída dos agentes da sede da 17ª Brigada de Infantaria de Selva e a atuação dos agentes será em função do Lira – Levantamento de Índice Rápido para o Aedes Aegypti feito ano passado. Por ele, cada militar participante, por exemplo, deve inspecionar 25 imóveis ao dia, 125 na semana, cobrindo 500 no total.
O secretário Pimental disse que a estratégia unindo forças de estado e município é fundamental para combater o mosquito da dengue, mas que a participação do cidadão é igualmente importante. “De nada adianta de montar uma operação desse porte se não houver a colaboração cidadã. Além de facilitar o acesso dos agentes, todos tem também que fazer sua parte evitando recipientes que acumulam água. Os resultados propostos só serão alcançados com esse apoio”.

De acordo com o secretário Porto, a operação de combate ao mosquito da dengue deve contar também, de acordo com a necessidade, com o uso do fumacê. Só no bairro Socialista, por exemplo, segundo o calendário da Saúde prevê agora, serão visitados 4.630 imóveis entre 13 e 16 de fevereiro.
Depois, será a vez do bairro Areal, onde, de 17 a 20 de fevereiro, serão vistoriados 2.837 imóveis. Também são considerados críticos de incidência do mosquito da dengue, os bairros Teixeirão, Conceição, Agenor de Carvalho, São Francisco e Mariana.
Texto e fotos Comdecom
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