Sábado, 13 de fevereiro de 2016 - 09h59
Aline Leal – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, participa do Dia de Mobilização Nacional contra o Mosquito Aedes aegypti, em Brazlândia, no Distrito Federal 
O Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Mosquito Aedes Aegypti no Distrito Federal começou cedo, na manhã deste sábado (13) em Brazlândia, região administrativa com maior incidência de dengue.
Os governos distrital e federal se uniram para fazer panfletagem de conscientização na residência dos moradores da cidade. Na primeira casa visitada, Ismael Lopes contou que sua mãe teve dengue no final do ano passado. "Não sei onde ela pegou, porque aqui em casa ela sempre cuida para não deixar água parada", disse o carregador, de 45 anos.
Para a aposentada Antônia Alves, de 75 anos, as visitas de agente são importantes, mas as pessoas é que tem de agir no dia a dia. "Aqui em casa não vão encontrar nada. Leio os panfletos que me entregam, vejo na televisão como fazer e faço," disse orgulhosa.
Representando o governo federal, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, comparou o hábito de procurar e eliminar criadouros do mosquito ao de usar o cinto de segurança. "Tem de virar um hábito automático, saudável, assim como outros hábitos", disse.
No Distrito Federal, cerca de 18 mil pessoas, entre bombeiros, agentes de vigilância ambiental, Exército, Marinha e Aeronáutica vão visitar hoje casas e prédios e distribuir panfletos informativos.
O agente de vigilância ambiental Lourenço Pereira, que há 12 anos faz visitas a residências procurando focos do mosquito, disse que a população está mais consciente, mas muito lixo ainda é encontrado nas residências. "Muita gente guarda potes, garrafas, vidros, com a intenção de usar depois, mas aí mora o perigo".
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