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Cães são heróis na luta contra a epilepsia é assunto do Biolab Conectados


Cães são heróis na luta contra a epilepsia é assunto do Biolab Conectados - Gente de Opinião

A epilepsia afeta cerca de 3 milhões de brasileiros, representando um grande desafio diário para muitos pacientes. No primeiro episódio da nova temporada do Biolab Cast Conectados, especialistas discutem o papel fundamental dos cães na vida de pessoas que convivem com a condição, oferecendo suporte emocional e prático nos momentos mais críticos. A iniciativa é promovida pela linha de Sistema Nervoso Central (SNC) da Biolab Farmacêutica, com o apoio da Avert® Biolab Saúde Animal, sua divisão de saúde animal.

Apresentada pelo médico psiquiatra Dr. Luiz Dieckmann e pela neurologista Dra. Paula Dieckmann, a websérie explora a relação entre a saúde de humanos e animais, contando com a participação de Emi Parente, especialista em intervenção educacional assistida por cães e fundadora do Programa Alice – PATAE (Programa Alice Terapia Assistida Educacional), além do neuropediatra e neurofisiologista clínico Dr. Charlington Cavalcante.

Março Roxo é o mês escolhido para a conscientização sobre a epilepsia, uma condição caracterizada por crises de perda de consciência, muitas vezes acompanhadas de convulsões, que ocorrem de forma imprevisível. “A epilepsia é uma disfunção elétrica no cérebro. Durante um episódio, o paciente pode apresentar alterações cardíacas e respiratórias. Além disso, existem diferentes tipos de crises, que podem envolver perda de consciência, manifestações motoras ou não”, explica Dr. Charlington Cavalcante.

E os pets? Eles também podem ter epilepsia? Segundo Emi Parente, os animais também podem ser afetados pela condição, seja por predisposição genética ou por traumas. Ela ressalta a importância de diferenciar crises epilépticas de outros episódios convulsivos, como os causados pela cinomose. Além disso, alguns sinais comportamentais podem indicar epilepsia em cães, como movimentos repetitivos da cabeça ou a perseguição obsessiva do próprio rabo.

A presença de um cão pode fazer toda a diferença para pacientes epilépticos. Cães de serviço, especialmente treinados, são capazes de identificar mudanças imperceptíveis no comportamento de seus tutores e podem prever crises epilépticas antes que ocorram, ajudando a garantir sua segurança. “Os cães de serviço recebem treinamento especializado para agir tanto na fase pré-crise quanto durante a convulsão. Por exemplo, antes de uma crise, o cão pode perceber sinais sutis e trazer o medicamento, ajudando a evitar ou minimizar o episódio”, afirma Emi Parente.

A conexão entre humanos e animais vai muito além do afeto. Em muitos casos, esses animais tornam-se verdadeiros heróis silenciosos, proporcionando segurança, conforto e qualidade de vida para aqueles que enfrentam a epilepsia no dia a dia.

Para saber mais, ouça o podcast na íntegra. Acesse: https://youtu.be/N4sn50l0Ro8?si=vUpk3l50u5VN3XzP

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