Domingo, 5 de junho de 2011 - 18h38
Paula Laboissière
Agência Brasil
Brasília – O Brasil é reconhecido internacionalmente por garantir o acesso universal e gratuito ao tratamento antirretroviral, mas precisa avançar no diagnóstico precoce da aids. A avaliação é do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Trinta anos após a descoberta da doença, medidas de redução de danos adotadas pelo governo brasileiro, segundo ele, possibilitaram, por exemplo, a redução de 25% para 5% de participação de usuários de drogas injetáveis no total de novas infecções no país.
Padilha lembrou, entretanto, que cerca de 250 mil pessoas vivem com HIV no Brasil sem saber que foram infectadas. Uma das estratégias adotadas pelo ministério é o teste rápido, realizado em cinco minutos e disponível em unidades básicas de saúde. A pasta estuda a instalação de postos também em feiras, escolas e universidades.
Outro desafio no enfrentamento da aids, de acordo com o ministro, é traçar novas abordagens para atingir populações mais vulneráveis ao HIV – sobretudo mulheres jovens. Quando a epidemia começou, no início dos anos 80, a maioria dos infectados era do sexo masculino. Atualmente, a proporção, até os 23 anos de idade, é de dez mulheres infectadas para cada oito homens.
“Essa juventude não tem a mesma referência que tivemos há 30 anos do que significava a aids no país e no mundo. Não há artistas infectados, esportistas, referências públicas no enfrentamento da epidemia, como no começo dos anos 80”, disse. “Termos ações específicas para essa juventude é fundamental, com abordagens nas escolas sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, não só da aids”, completou.
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