Segunda-feira, 1 de janeiro de 2018 - 22h59

“Cumpriu-se a tradição inserida no calendário adotado pelo Ocidente. Após frenética troca de mensagens de augúrios de realização pouco provável, parte da humanidade desperta estonteada para a crua realidade marcada por desigualdades, hipocrisia, miséria, fome, exploração, exclusão, violência e morte. Cenário vergonhoso decorrente do egoísmo patológico de elites obcecadas por adquirir poder e riqueza, propiciado pela estupidez crônica de multidões que desprezando a razão optaram por acomodarem-se nos primeiros degraus da espiritualidade, sacrificando insanamente o plano físico. Assim, a ‘civilização’ segue seu curso amparada em conceitos falidos de uma pseudo moralidade, oportunista e desprezível".
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Quando a Justiça se Transforma em Abstração do Direito e se Dilui em Privilégio
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A Servidão que se Normaliza: Entre a Exploração Material e o Estelionato da Fé
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Despertar da consciência: entre a realidade factual e as promessas improváveis do além
É preciso dizer com franqueza: a promessa de uma Jerusalém pós-morte, com ruas de ouro, reencontros pessoais e continuidade consciente da identidade
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