Terça-feira, 18 de outubro de 2011 - 13h33
Mesmo com o fim da greve nacional dos bancários, pelo menos 200 trabalhadores do Banco da Amazônia continuam de braços cruzados em Rondônia. A decisão foi tomada em Assembléia Geral realizada na tarde de ontem, segunda-feira (17/10), na sede do
Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro (SEEB/RO), que também declarou apoio à continuidade da greve destes bancários.
Para estes funcionários, a proposta apresentada nas negociações específicas – que repetiu apenas as mesmas propostas da Fenaban - é insuficiente e não atende às reivindicações dos trabalhadores, que recebem um piso salarial bem abaixo do que recebem os bancários dos outros bancos públicos, como o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Para os diretores do SEEB/RO, o Banco da Amazônia ainda precisa avançar em questões fundamentais para os empregados da instituição, como a isenção de tarifas, maior valorização do piso, maior acesso do quadro de apoio às funções comissionadas, igualar os valores de comissões entre os supervisores de agências e supervisores da matriz, maior participação do Banco da Amazônia no custeio do Plano de Saúde da CASF, e pagamento de sobreaviso.
“Apesar de ser um banco público como o BB e a Caixa, o Banco da Amazônia é o único banco de fomento da região Norte e responsável pela administração do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte) e, por isso mesmo, os funcionários deveriam ter uma valorização real e justa. A não apresentação de uma proposta decente implica na desmotivação do trabalhador e, por isso, a paralisação continua, o que, consequentemente, reflete na economia regional”, avalia José Pinheiro, presidente do SEEB/RO.
Para a diretora financeira do Sindicato e funcionária do Banco da Amazônia, Maria do Socorro, essa valorização salarial e equiparação com os demais bancos públicos só será possível quando for implementado o Plano de Cargos, Carreiras e Salários dos funcionários do banco.
“Além de termos um piso menor comparados aos outros bancos, ainda pagamos tarifas bancárias iguais aos clientes. Queremos também o reajuste da cota do plano de saúde para os bancos, a isenção das tarifas e a valorização do piso e do trabalhador”, detalha Socorro.
Um outro ponto questionado pelos bancários é que o banco anuncia, como se fosse um benefício conquistado, a implementação do Ponto Eletrônico até o final de 2012.
“Ora, isso é uma obrigação do banco, que agora está em lei. Se não for implementado, o banco seria multado. Agora eles (os baqueiros) vêem com essa conversa anunciando isto como se fosse um favor que estivessem nos fazendo”, completa a bancária.
Veja abaixo a proposta apresentada pelo Banco da Amazônia:
1 – Reajuste de 9% sobre todas as verbas salariais;
2 – Piso salarial de R$ 1.403,18;
3 – Combate ao assédio moral/sexual na empresa;
4 – Garantia de 1h da jornada para mulheres em período de amamentação;
5 – Implantação do Ponto Eletrônico até o final de 2012;
6 – PLR seguindo a mesma fórmula do ano passado (6,25% do lucro líquido + 3% de PLR Social). Do total do montante da PLR, 40% seriam distribuídos linearmente e 60% proporcional à remuneração.
Fonte: Rondineli Gonzales
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