Quinta-feira, 5 de março de 2009 - 21h40
Dois presidentes da República, diversos ministros, parlamentares e comandantes militares tornaram Mato Grosso um território de nomes famosos na história brasileira. Muitos nomes se perderam no tempo e repousam nas bibliotecas. A revista mato-grossense Sina resgata alguns dos mais expressivos.
Completando seu 2º ano, a revista alternativa Sina já está circulando, trazendo matéria de capa assinada pelo jornalista Montezuma Cruz, sobre mato-grossenses ilustres (antes e depois da divisão), que fizeram história no Brasil e no mundo. Nomes como marechal Eurico Gaspar Dutra, um dos mais famosos políticos do Estado, décimo nono presidente do País. Outro presidente da República foi Jânio Quadros, que teria nascido em Miranda, no Pantanal sul-mato-grossense. Até hoje sua origem causa dúvida.
Na história recente, destaca-se Dante de Oliveira, que em fevereiro de 1983, apresentou projeto de emenda constitucional, que se tornaria conhecida com seu nome, propondo o restabelecimento da eleição direta em todos os níveis. Assumiu, em 1986, o recém-criado Ministério da Reforma e do Desenvolvimento Agrário.
Mas o mais ilustre sem dúvida foi Marechal Cândido Rondon, nascido em 5 de maio de 1865 em Mimoso, distrito de Santo Antonio de Leverger. Ainda estudante participou dos movimentos abolicionista e da república. Depois de se formar bacharel em Ciências Físicas e Naturais e tornar-se tenente, foi transferido para o setor do exército que implantava linhas telegráficas por todo o país. Rondon contribuiu também para o reconhecimento e mapeamento de grandes áreas ainda inóspitas no interior do país. Em 1910 criou o Serviço de Proteção aos Índios e foi seu primeiro diretor. Sua reputação correu mundo, chegando a acompanhar e orientar o ex-presidente americano Theodore Roosevelt na sua expedição ao Amazonas. Em 1914 recebeu o Prêmio Livingstone, concedido pela Sociedade de Geografia de Nova Iorque. Foi considerado por essa sociedade como o maior explorador de terras tropicais e pelo Conselho Nacional de Geografia (CNG) como o Civilizador do Sertão.
A publicação entre outras matérias, traz entrevista com Sérgio Nord, padrinho da Igreja Mestre Irineu (Várzea Grande), na última parte da série sobre o Santo Daime, a luta do povo indígena Manoki pela manutenção de sua identidade cultural, que já dura mais de 100 anos, retratada no curta-metragem "Mopo'i: a origem da roça Manoki, direção e roteiro do cientista social Sérgio Lobato.
Sina conta ainda com textos de Luiz Mendes Junior, Flávio Ferreira, Comadre Creonice, Michèle Sato, Carlos Gomes de Carvalho e na íntegra, a Circular 2009, assinada por Pedro Casaldáliga e o Pinel, de Amauri Lobo.
Fonte: Mário hashimoto
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