Quinta-feira, 29 de abril de 2010 - 18h41
O senador Acir Gurgacz solicitou nesta quinta-feira, 29 de abril, que o país amplie o tratamento de saúde para os viciados em crack. Segundo o parlamentar, é preciso flexibilizar a instalação e o trabalho dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas em cidades de todo o país.
“Garanto que não são poucos os adultos, jovens e crianças que precisam desse serviço. Em Porto Velho, no CAPS Drogas e Álcool que foi inaugurado em novembro do ano passado, mais de 300 pessoas já estão recebendo o atendimento. Mas os profissionais que lá trabalham garantem que a demanda é ainda maior”, explicou.
Gurgacz comentou ainda que o mesmo traficante que vende as pedras de crack, para serem queimadas em um cachimbo de plástico ou de vidro, é o que leva a morte aos que a consomem. “Por causa de dívidas que sequer chegam a R$ 20,00, os traficantes estão matando seus próprios clientes”, completou Acir.
Acir Gurgacz defendeu, ainda, a criação de uma frente parlamentar que proponha soluções para o combate ao tráfico de drogas, além da ação integrada das Forças Armadas com programa do Ministério da Justiça destinado ao policiamento de fronteiras.
Apartes
Durante o seu discurso, o senador pedetista foi aparteado três vezes pelos senadores Jefferson Praia (PDT-AM), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Jayme Campos (DEM-MT). O senador Jefferson Praia manifestou seu apoio ao senador e afirmou que no Estado do Amazonas a situação, infelizmente, não é diferente. “Temos visto diversos posicionamentos de pais e mães de família com preocupação com seus filhos, muitas vezes até filhos agredindo os pais, e a mãe pedindo para o filho ser preso”, descreveu Praia.
Já o senador Mozarildo, disse que é preciso ser criado no país o Ministério da Segurança, pois algumas áreas estratégicas do Brasil, como a do combate ao crime organizado, precisa ser cuidada melhor. Jayme Campos defendeu que seja feita uma ação constante, de forma conjugada e, sobretudo, de forma informatizada para o combate do tráfico no país.
Pesca e Aquicultura
Durante seu pronunciamento, Gurgacz solicitou que o Ministério da Aquicultura e Pesca faça uma revisão da norma que modifica o registro do pescador profissional. Segundo Acir, essas modificações estão preocupando muito a classe de pescadores de Rondônia. “Eles questionam a necessidade de recolher o INSS e emitir, mensalmente, notas fiscais, pois isso inviabiliza suas atividades, que são de baixa geração de renda. Hoje, eles já contribuem por meio de uma taxa no valor de 3 % do seu pescado, controlada pelas cooperativas de pescadores”, salientou.
Fonte: Ascom
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