Quarta-feira, 16 de setembro de 2009 - 19h24
Passadas duas semanas do início da sexta etapa do projeto Ressoar - Resgate Social dos Apenados de Rondônia, os trabalhos continuam a todo vapor. Magistrados, promotores de justiça, defensores públicos e servidores do Poder Judiciário Estadual já passaram pela Colônia Agrícola Penal e pela Penitenciária Ênio Pinheiro e estão hoje (16) no presídio Edvan Mariano Rosendo, conhecido como “Urso Panda”.
Os apenados são atendidos individualmente e têm seus processos analisados e suas dúvidas dirimidas. Mais de 1.500 apenados já haviam sido atendidos desde o início do mutirão (01/09) até terça-feira (15/09).
O contato com os presos vai muito além das audiências realizadas nas salas improvisadas nos presídios. Os juízes vão até as celas para checar como vivem os apenados e escutam o desabafo dos presos que reclamam de superlotação, ausência de medicamentos, de colchões e de material higiênico.
Ao mesmo tempo em que as audiências individuais acontecem, momentos de entretenimento são proporcionados aos detentos. Torneio de futebol, dominó e até mesmo o concurso “miss penitenciária” são realizados em parceria com a Secretaria de Justiça, tudo com intuito de ressocializar.
De acordo com o coordenador do projeto, juiz Sérgio William Domingues Teixeira, titular da Vara de Execuções Penais da Comarca de Porto Velho (RO), a partir de terça-feira (22), o atendimento vai ser realizado no presídio José Mario Alves Filho (Urso Branco), que abriga cerca de 900 presos. O titular da VEP afirma que o ¿Ressoar¿ tem apresentado diversos benefícios para a segurança pública, entre os quais se destaca a pacificação social promovida pela prática, uma vez que afasta as situações de instabilidade nos estabelecimentos prisionais e promove satisfação aos reeducandos. “Eles aguardam ansiosos pela operação, pois são sabedores de que serão atendidos e devidamente orientados acerca da situação processual de cada um, além de receberem atendimento médico, odontológico, farmacológico e outros benefícios”, explica o juiz.
Para o detento M.C.S.S, de 22 anos, sentenciado a 18 anos e 08 meses pela prática de homicídio qualificado, o serviço oferecido pela Justiça é de suma importância, pois os presos escutam dos próprios aplicadores da lei penal os seus direitos e deveres dentro do sistema prisional. “É a primeira vez que participo do mutirão, apesar de ter muito tempo de pena para cumprir, fico feliz quando vejo as autoridades da justiça dentro dos presídios, se importando com a gente e dando atenção às nossas dúvidas”.
Fonte: Ascom TJRO
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