Terça-feira, 3 de agosto de 2010 - 18h11
A prefeitura de Porto Velho vai inaugurar em setembro as primeiras unidades habitacionais destinadas a moradores da Baixa da União e bairro Triângulo. Depois do remanejamento das famílias será iniciada a construção do Parque das Águas, um projeto assinado pela renomada arquiteta Rosa Klias, que vai transformar a região do Cai N`Água em um novo cartão postal da cidade, juntamente com o Porto do Cai n`Água, cuja obra está sendo finalizada, e o Museu Territorial, que abrange o acervo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré desde a praça até a Vila de Santo Antônio. A urbanização da área vai impedir que outras famílias ocupem a região, a qual não oferece condições de moradia, conforme laudo apresentado pelo Corpo de Bombeiros.
A transferência dos moradores da área de risco compreendida entre o Rio Madeira e a avenida Rogério Weber faz parte do Programa Igarapés do Madeira, adotado pela prefeitura para oferecer moradia digna para famílias que vivem nas margens destes cursos d`água, sujeitos a alagações e problemas de saúde. O Programa também visa resgatar os igarapés que atravessam a cidade e com o tempo passaram a ser utilizados irregularmente como esgoto por moradores da cidade. Numa primeira etapa o Programa inclui os igarapés Grande, Geral e Santa Bárbara.
O Programa está sendo desenvolvido por meio de diversas ações como regularização fundiária, habitação e assistência social. O secretário Ian Cerqueira (de Habitação e Regularização Fundiária) informa que cerca de mil famílias que vivem nas margens dos igarapés já aderiram ao Programa garantindo o direito de uma unidade habitacional que a prefeitura está construindo.
Habitação
Além das unidades da Estrada de Santo Antônio, estão em andamento as obras de outros conjuntos habitacionais, na Zona Sul, no bairro Mato Grosso e nas proximidades da Avenida Cahula. "É importante ressaltar que a prefeitura está remanejando estas famílias para áreas nobres da cidade e na medida do possível elas vão ficar nas proximidades do local onde vivem atualmente", segundo o secretário. As famílias que serão remanejadas podem optar por uma indenização, cujo montante é determinado pela Caixa Econômica Federal, sendo que das quase mil famílias que serão transferidas, menos de 50 optaram pela indenização.
O Programa Igarapés do Madeira é financiado com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além do Parque das Águas, que ficará na área em que os igarapé Geral e Santa Bárbara deságuam no Rio Madeira, também está previsto outro parque esportivo no bairro do Areal. “Esta é uma primeira etapa que a prefeitura está desenvolvendo para a recuperação dos igarapés. Depois disso, a administração municipal buscará disponibilizar mais recursos para dar continuidade a esta importante iniciativa que visa resgatar os igarapés da cidade, os quais sempre foram tratados com descaso e indiferença pelo poder público”, ressalta a secretária municipal de Projetos Especiais (Sempre), Silvana Cavol.
Fonte: Ana Aranda
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