Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 - 15h52
Os moradores do Bairro da Balsa voltam a se reunir na noite deste sábado, 19, para debater sobre os problemas que a propalada construção da ponte sobre o rio Madeira vem trazendo para a comunidade. Os moradores estão apreensivos com o aumento da violência urbana que a manutenção da rodovia federal dentro da cidade lhes trará e rechaçam a proposta de indenização apresentada pelo órgão governamental responsável pela obra.
A presidente da Associação dos Moradores da Balsa, Francisca Queiroz Viana, diz que a “minguada” proposta de indenização feita aos moradores e a mudança da localização da ponte vão ser debatidas pela comunidade, sábado, a partir das 19h30, na Avenida Imigrantes, nº 552. Ela pede a presença de todos os interessados na questão.
Francisca, que reside no bairro há 35 anos, avalia que o governo federal, além de efetuar uma indenização justa, tem a obrigação de acomodar as famílias com dignidade, ao sugerir que os moradores sejam instalados nos novos conjuntos habitacionais construídos pela Caixa Econômica Federal. Informa também que o impasse atinge mais de 100 moradores, “até o momento sem explicações claras sobre as decisões do Denit”.
Aos poucos, as associações de moradores dos bairros do entorno da Avenida Imigrantes (federalizada como BR-319) começam a se unir para evitar que o Poder público cometa mais um erro grave contra a cidade, planejando a permanência de uma rodovia federal dentro do perímetro urbano. “Só quem já perdeu em acidente de trânsito, como aconteceu com uma moradora do nosso bairro, cujo marido teve o crânio esfacelado por uma carreta enquanto pedalava rumo ao trabalho, sabe que a luta pela mudança de local para construção dessa ponte não é inglória”, afirma o presidente da Associação dos Moradores do bairro São Sebastião I, Jacó Lira.
Se as autoridades do Poder Executivo continuar fazendo ‘ouvidos de mercador’ para os anseios dessa população, as Associações de Moradores vão se unir para recorrer ao Ministério Público Federal ou propor uma ação popular para impedir a permanência da rodovia federal dentro da cidade e a construção da ponte no atual ponto de travessia da balsa.
Fonte: Ascom
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