Terça-feira, 28 de dezembro de 2010 - 18h41
Pelos menos 15 obras executadas pela prefeitura de Porto Velho tiveram que ser suspensas temporariamente, por conta do inverno ou de problemas com a empresa vencedora da licitação. A confirmação foi feita nesta terça-feira, 28, pelo secretário Israel Xavier, da secretaria municipal de Projetos e Obras Especiais (Sempre). A maioria das obras é de infraestrutura.
Com relação às obras suspensas por causa das chuvas, o secretário adiantou que esse é um procedimento padrão durante o período chuvoso, principalmente no que diz respeito a pavimentação, drenagem e construção civil. “Nessa época do ano é praticamente impossível dá sequência a essas obras. Por isso tem que parar tudo. Esse é o mesmo procedimento do Estado e do Governo Federal. Com chuva não dá para asfaltar rua nenhuma”, afirmou o secretário.
Entre as obras paralisadas por conta das chuvas estão, da Vila Tupi, bairro Floresta, José Amador dos Reis, Vila Mariana, Agenor de Carvalho, Igarapés, Conjunto Jamari, Avenida Mamoré, Vista Alegre do Abunã, Cuniã e dos viadutos, que envolvem pavimentação e drenagem.
Por conta de litígio na Justiça, está a construção de um conjunto residencial pelo programa Pró-Moradoria. “Estamos apenas aguardando a decisão da Justiça sobre o pedido de reintegração de posse do conjunto, para a retirada de um invasor. Enquanto o invasor não sair não podemos fazer nenhuma intervenção no local. Ou seja, a conclusão das unidades habitacionais fica prejudicada”, afirmou Israel Xavier.
Viadutos
No caso da construção dos viadutos, além das chuvas, a prefeitura de Porto Velho se depara com outros dois problemas que precisam ser solucionados para concluir as obras, e segundo o secretário, “são pendências que precisam ser resolvidas o mais breve possível porque estão atrapalhando o andamento da construção dos viadutos”, frisou.
O primeiro problema são as torres da rede que leva energia elétrica para o Acre que está no meio do caminho por onde passará um dos viadutos. O Governo Federal já liberou os recursos para a empresa fazer a retirada das torres, mas a Eletrobras está tendo dificuldades para realizar a licitação da contratação de uma empresa . O mesmo problema se dá também com a rede que está instalada por onde serão construídas as vias marginais da BR 364.
Além desse, há ainda a indenização dos imóveis que precisam ser retirados para que a construção dos viadutos possa ser concluída. O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), já fez um levantamento e constatou que 104 imóveis deverão ser indenizados. E o DNIT também, já tem o valor que deverá ser desembolsado para o pagamento das indenizações. “Ocorre que esse estudo e nem os valores foram repassados para a prefeitura, para que o município possa efetuar as indenizações e terminar os viadutos.
São todos problemas que não dependem de uma ação do prefeito para serem resolvidos. Depende de terceiros e enquanto o DNIT e a Eletrobrás não solucionarem essas pendências, as obras dos viadutos ficarão paralisadas”, explicou o secretário.
As obras de infraestrutura que estavam sendo realizadas pela Rondomar na zona Leste de Porto Velho e nos distritos de Jacy-Paraná e Nova Califórnia, não tiveram sequência porque a prefeitura rescindiu o contrato com a empresa, que não teve condições de concluí-las por problemas de âmbito interno da empresa.
Fonte: Joel Elias
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