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Opinião: Os 17 anos do Diário da Amazônia


 

Ao completar mais um aniversário, o Diário da Amazônia, não podia deixar de homenagear seu idealizador, o jornalista Emir Sfair, já falecido, que em parceria com o Grupo Gurgacz, estruturou há quase duas décadas este moderno diário na capital rondoniense.Opinião: Os 17 anos do Diário da Amazônia - Gente de Opinião

Entrar na área de comunicação já era um objetivo bem delineado pelo patrono do grupo, o empresário Assis Gurgacz, ainda na década de 80. Na época não encontrou parceria para tocar o projeto, mesmo porque Sfair tratava de consolidar seu diário, o jornal O Paraná, na cidade de Cascavel.

Firmada a parceria, em meados de 1993, Sfair dava tratos à bola de como tocaria um projeto tão distante – morada em Cascavel a quase 3 mil quilômetros de Porto Velho – e pouco conhecia e nada conhecia na região amazônica.

Este colunista estava encerrando um período de seis meses de licença – aquelas férias prêmio de funcionalismo público – em Cascavel. Rato de redação, como não conseguia ficar parado, assumi a editoria de um jornal concorrente de Emir, denominado Hoje. Sabendo que eu voltaria a Rondônia, ele fez o convite para participar da epopéia da implantação do Diário, numa reunião realizada em sua casa, em meados de 93.

Já na segunda reunião, o veterano Waldir Costa (hoje na Folha de Rondônia), participaria, quando foram distribuídas as tarefas para a missão. Como já conhecia Rondônia, eu me dedicaria a indicar os profissionais de imprensa para contratação, com o cargo de chefe de reportagem. Waldir, mais afinado com Emir, com tantos anos juntos, foi designado para assumir a editoria. Ao filho de Emir, Mauro Sfair coube a função de diretor comercial e ao grande Natalino, a diagramação. E o nobre Padilha tocava - e toca – até hoje o porque gráfico, depois de idas e vindas.

A primeira redação do Diário, enquanto era reformado o barracão que abrigou este jornal por quase 15 anos, na avenida Joaquim Nabuco, foi exatamente onde funciona hoje a rede TV. Uma antiga casa de madeira que funcionava também como escritório da Eucatur.

Para a primeira equipe de jornalismo foram contratados profissionais já com larga experiência editorial em Porto Velho como Bosco Golveia (Esportes) Ana Aranda (matérias especiais), Ildefonso Valentim (Policia), Marcos Grutzmacher (fotógrafo). Na época, Marcelo Freire e Gerson Costa eram foquinhas ao meio de uma redação lotada de veteranos. Mais tarde viriam, para somar, Zé Katraca, Nilton Salinas, e tantos outros. E de lá para cá tantos outros profissionais – e todos meus cumprimentos - vieram pavimentar esta brilhante trajetória deste rotativo.


 

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Fonte: Carlos Sperança - csperanca@enter-net.com.br
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