Quinta-feira, 25 de agosto de 2011 - 06h26
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Antes de iniciar o empreendimento, por mais que se esforce e projete, nunca as coisas acontecem como se previa. Jaci-Paraná eclodiu surpreendentemente. Bem acima das expectativas. Vieram problemas socias novos que não havia. O que mais se destaca aos olhos é o abuso sexaul contra menores. Também o natural despreparo do município e Estado para o enfrentamento de problemas tão grandes e graves. Associada a falta de políticas efetivas de proteção à criança e ao adolescente.
Está faltando sala de aula. Saúde também ainda não se consolidou. Excesso de bebidas alcoólicas e consumo de drogas ilícitas. Quem conheceu o Jaci dos velhos tempos não o reconhece mais. Tudo é grande e grave. De Vila pacata, extrativista, senera e pacífica, mudou para um canto agitado, perigoso.
Hoje cedo, estive no Gabinete do Prefeito Roberto Sobrinho (Porto Velho), para ouvir técnicos e Diretores de Jirau. Foi-nos apresentado o projeto conhecido como SUBCRÉDITO E. Um recurso do BNDES captado e oneroso – de responsabilidade do consórcio investir, principalmente em desenvolvimento social, econômico, cultural e tudo que vier promover o morador do entorno, para que possa se incorporar, a um novo momento de suas vidas dentro de conceitos novos de desenvolvimento com base na sustentabilidade ambiental e políticas de organização da sociedade centrada numa nova economia local.
O projeto é bonito. Está bem fundamentado, mas, falta contemplar justamente o agravo social visível em Jaci-Paraná. E outros danos ainda não vistos e nem sentidos, mas, que chegarão. Do outro lado, a usina fica no Rio Madeira, Rondônia, a energia gerada irá para todo o país. Se Rondônia produz energia para todos os brasileiros, para mover o conforto e a maquinaria da indústria nacional, bem lógico, que este mesmo país, reprersentado pelo Governo Federal, venha de encontro ao Estado e Município, para socorrê-los em suas aflições sociais geradas pelos empreendimentos. Não é justo que se deixe a encrenca para quem tem menos recursos e condições de enfrentamento destas mazelas sociais e econômicas. Além das compensações dos empreendimentos, que já se sabe e vê que não correspondem às realidades dos impactos que o Tesouro Federal remedie a situação.
E no mais que o Consórcio de Jirau coloque o projeto no campo para que a população possa enxergar o esforço da compensação e senti-la entrando em suas vidas. Porque os impactos não são somente ambientais.
Fonte: Blog do Confúcio
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