Terça-feira, 14 de setembro de 2010 - 20h17
Ainda está em fase de implantação em Porto Velho, o Programa Saúde do Homem, lançado pelo governo federal e que na capital de Rondônia é coordenado pela secretaria municipal de saúde (Semusa), com objetivo de facilitar e ampliar o acesso desse público aos serviços de saúde. Para o secretário de saúde do município, Wiliames Pimentel, o programa é importante para conscientizar a população masculina sobre a necessidade de cuidar de sua saúde. “Os homens devem ter em mente, que é preciso manter uma rotina para prevenir qualquer tipo de doença, como por exemplo, fazer os exames periódicos. O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento de qualquer tipo de doença e o Programa Saúde do Homem, oferece essa oportunidade”, afirmou.
Em Porto Velho, antes da campanha do governo federal, o secretário de saúde adiantou, que o município na gestão do prefeito Roberto Sobrinho, já disponibilizava à população masculina uma série de serviços voltados para área da atenção básica e prevenção, como exames laboratoriais, consultas com especialistas, ultrasonografias, acompanhamentos médicos, tratamentos dos casos de DST/Aids e programas de prevenção à diabetes, hipertensão, entre outros.
Com a implantação do programa, a prefeitura buscará reduzir as causas de morbidade, mortalidade e atuará nos aspectos socioculturais, como o preconceito em relação aos exames para detectar câncer de próstata. A intenção é fazer com que os homens na faixa etária de 20 a 59 anos procurem o serviço de saúde ao menos uma vez por ano, além de criar mecanismos para melhorar a assistência oferecida à esse público.
Prevenir sempre
Em geral, os homens têm medo de descobrir se estão doentes ou então acham que nunca vão adoecer e por isso não se cuidam. Na maioria das vezes, recorrem aos serviços de saúde apenas quando a doença já está avançada, assim em vez de serem atendidos nos postos de saúde, perto de sua casa, eles precisam procurar um especialista, o que gera maior custo para o Sistema Único de Saúde (SUS) e principalmente, sofrimento físico e emocional do paciente e de sua família.
A não adesão às medidas de saúde integral por parte dos homens, tem contribuído para o aumento da incidência de doenças e de mortalidade. Números do Ministério da Saúde mostram que do total das mortes na faixa etária de 20 a 59 anos — população alvo — 68%, foram de homens. Ou seja, a cada três adultos que morrem no Brasil, dois são do sexo masculino, aproximadamente.
Os últimos dados de óbitos foram registrados no ano de 2005. Além disso, números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que embora a expectativa de vida dos homens tenha aumentado de 63 anos em 1991, para 68 anos 2007, ela ainda se mantém 7,6% abaixo da média das mulheres.
Fonte: Joel Elias
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