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Mitos e verdades da redução da jornada de trabalho


 

FIERO afirma que redução de jornada de trabalho não criará novos empregos
 
Foi aprovada na Comissão Especial da Câmara a PEC 231/95 que busca a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem ajuste correspondente no salário, e aumenta o valor do adicional da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora trabalhada. Elaborada com o objetivo de criar empregos.
 
Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), Denis Roberto Baú, a medida prejudicará particularmente micros e pequenas empresas, segmentos em que o trabalho tem uma participação expressiva nos custos da produção e enfrenta maiores dificuldades para absorver, por consequência terão que repassar a elevação dos custos para o preço final do produto, trazendo à tona o fantasma da inflação. O aumento nos custos é de produção pode significar, também, a perda de mercado para empresas de outros países e, portanto, a destruição do emprego.
 
“A teoria econômica mostra que a geração de emprego depende de vários fatores”, lembra Baú, “entre as mais importantes estão os investimentos, o crescimento sustentado e a educação de qualidade. Leis sozinhas não criam empregos. O caminho é a livre negociação”.
 
Baú afirma ainda que as condições necessárias para a criação de empregos decorrem do crescimento da economia que impulsiona o consumo e aumenta as vendas do comércio e da indústria. Para atender à demanda, as empresas investem na construção de novas fábricas, em máquinas e processos mais modernos e eficientes. “A criação de empregos depende, basicamente, de investimentos na produção, crescimento econômico sustentado e a garantia de educação básica e profissional de boa qualidade, como está fazendo o SENAI de Rondônia”, conclui.
 
Para o superindente da FIERO, Gilberto Baptista “a livre negociação é importante para trabalhadores e empresários, pois tem uma avaliação precisa da situação das empresas e o impacto dos movimentos de expansão ou a retração da economia sobre o mercado consumidor dos produtos e serviços que oferecem”, Baptista acrescenta que “empresários e trabalhadores podem fechar acordos realistas e decisivos para adequar os níveis de produção a eventuais adversidades do mercado, sem que isso represente a dispensa de empregados.
 
Fonte: UNICOM - FIERO

 

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