Sábado, 3 de agosto de 2019 - 07h55

A deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO) recebeu com estranheza a notícia de
que o programa Médicos pelo Brasil, lançado nesta quinta-feira (1), pelo
Governo Federal, em substituição ao Mais Médicos, não atende os profissionais
formados no exterior. A parlamentar anunciou que vai atuar, na Comissão Mista,
para corrigir possíveis falhas presentes no texto.
Através de Medida Provisória, o Governo Federal alterou as regras de seleção
dos profissionais. Poderão participar do programa apenas médicos com Registro
Médico Profissional (CRM). Jaqueline Cassol elogiou a ação do Ministério da
Saúde em lançar um novo modelo para o programa, mas criticou a abertura do
edital antes da realização da prova do Revalida. “Não é justo que o Governo
lance o programa em substituição ao Mais Médicos, sem realizar a prova do
Revalida. Muitos médicos, inclusive brasileiros, formados no exterior aguardam
essa oportunidade e serão prejudicados se este formato continuar”.
O Texto prevê o aumento na oferta de vagas em regiões remotas, gratificação
para médicos lotados em localidades distantes, e alteração na metodologia de
escolha dos municípios, para garantir o atendimento em áreas mais vulneráveis.
Estão previstas 18 mil vagas. Destas, 13 mil devem estar em municípios
avaliados como de difícil provimento, sendo 10 mil no Norte e Nordeste.
No entanto, a deputada Jaqueline Cassol lembrou que o índice de desistência de
profissionais com CRM, lotados em regiões remotas, é altíssimo, o que pode
prejudicar a população dessas localidades. “Os médicos formados no exterior só
querem uma chance de voltar para o Brasil e trabalhar, inclusive onde os que
tem CRM renunciam. O pagamento da gratificação para esse profissionais é uma
estratégia interessante, mas por experiência, sabemos que pode ser insuficiente”.
A Medida Provisória cria o Bolsa Formação. A ideia é que o médico aprovado no
programa receba um auxílio de R$ 12 mil reais para fazer especialização em
saúde da família e comunidade. Após esse período o profissional será avaliado
e, se aprovado, será contratado pelo Governo, com carteira assinada. O Médicos
pelo Brasil cria também a Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à
Saúde (ADAPS), que cuidará da seleção e contratação dos profissionais.
A proposta do Governo Federal será discutida por Comissão Mista, onde
participam deputados e senadores. Jaqueline Cassol garantiu que irá propor
emendas ao texto para corrigir fragilidades e garantir justiça no programa.
“Ampliando esse debate vamos construir um texto que atenda os brasileiros que
precisam do atendimento de saúde e também os profissionais formados no exterior
que tenham aptidão para exercer a medicina no Brasil”
Confira vídeo da
defesa da deputada pelo Revalida: https://www.instagram.com/tv/BzMRxKvgwnI/
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
Deputado Cirone Deiró faz balanço positivo do ano de 2025
Foi um ano extraordinário, com investimentos em todas as áreas, principalmente na agricultura, educação, saúde, esporte, infraestrutura, transporte,

Deputada Cristiane Lopes fortalece atuação no Congresso com projetos estratégicos para Rondônia
Ao longo de 2025, a deputada federal Cristiane Lopes tem consolidado sua atuação com pautas que dialogam diretamente com o desenvolvimento de Rondôn

Deputado Alex Redano indica viaturas para reforçar segurança em Costa Marques
O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Alex Redano (Republicanos), apresentou indicação ao Governo do Estado solicitando a dis

Deputada Sílvia Cristina avalia realizações neste ano e projeta mais ações para 2026
A deputada federal Sílvia Cristina avaliou de forma as ações de seu mandato em 2025, destacando como o diferencial neste ano a efetivação do projeto
Sexta-feira, 2 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)