Quarta-feira, 15 de junho de 2011 - 13h46
“Nossa intenção é transformar esse desperdício de pastagens, que hoje não servem para nada, em algo economicamente rentável”, disse Mangabeira Unger.
Estudo realizado pela Secretária de Assuntos Estratégicos (SAE) do Governo Federal revelou que pelo menos 20% das pastagens no Estado apresentam problemas de degradação. Para Mangabeira Unger, a Embrapa tem que procurar um alinhamento com outras instituições, como a Secretaria de Agricultura (Seagri), a Associação de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), a Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social (Sedes), a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) e a do Desenvolvimento Ambiental (Sedam).
“Desta união poderá sair uma ação conjunta que possa investigar a causa ou as causas que levaram a degradação de boa parte dos pastos no Estado. Outra questão é encontrar uma instituição que financie a pesquisa. Buscamos uma forma que dê conteúdo prático, aliado a uma política de fácil acesso”, sugeriu.
Técnicos da Embrapa, porém, reclamaram do crônico problema da maioria das instituições públicas: a falta de recursos financeiros.
Nova Mamoré, Pimenta Bueno e Machadinho do Oeste foram citadas como áreas que podem receber o programa de pesquisa em torno dos solos degradados.
O chefe de Pesquisa de Desenvolvimento, Vítor Souza acredita na recuperação destas áreas, mas segundo ele é preciso um projeto que barateie a chegada do calcário no campo. O minério, que inclusive é tido em quantidade em Rondônia, chega ao campo apresentando um valor estimado de R$ 800 a mil reais. “A questão é prática. Não queremos uma região onde acena ao nada, e sim algo que já esteja caminhando”, enfatiza
O resultado do encontro ficou marcado para outra reunião que deverá acontecer na sexta-feira (17), com a presença do governador Confúcio Moura. Participaram da reunião o pesquisador de solos Adalton Marcelan, o chefe de tecnologia, Samuel Oliveira, o pesquisador de Cafeicultura, André Rastand, o pesquisador de silvicultura, Abadio Hermes, e o chefe-geral da Embrapa, César Teixeira.
Mais agenda
Mangabeira Unger visitou ainda a escola estadual de ensino fundamental e médio Professor João Bento da Costa, onde percorreu algumas salas e viu a atual situação do colégio.
Fonte: Decom
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