Domingo, 14 de outubro de 2007 - 14h45
Alex Rodrigues
Enviado especial
Tabatinga (AM) - No terceiro dia de viagem aos postos de fronteira, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, admitiu a existência de um "vazio de poder" na Amazônia em relação à presença do Estado. Segundo ele, apenas o Exército e a Força Aérea Brasileira atuam na região.
"O que temos de deixar claro é a necessidade da percepção da Amazônia como uma questão da agenda nacional. Ela tem de deixar exclusivamente uma questão ambientalista e indigenista pois é também uma questão de ocupação do Estado brasileiro", afirmou Jobim, após inspecionar o 8º Batalhão de Selva de Tabatinga (AM).
"Daí o convite do Ministério da Defesa à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussseff [que participou da comitiva até sábado]. Foi para ela verificar a necessidade de termos um projeto de desenvolvimento sustentável para a Amazônia com a presença mais eficaz do Estado."
O ministro da Defesa também apontou a falta de policiais federais na fronteira como um dos problemas que necessita de solução urgente, assim como a integração entre as Forças Armadas e a Polícia Federal nas operações realizadas na Amazônia. "Hoje, trabalhos que deveriam ser desenvolvidos pela Polícia Federal acabam sendo feitos pelo pelotão de fronteira", criticou Jobim.
Segundo ele, foi solicitado ao Ministério da Justiça a realização de concursos públicos para contratação de funcionários do setor administrativo e conseqüente liberação de agentes federais para atuar na Amazônia. O ministério, de acordo com Jobim, já iniciou este processo.
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