Domingo, 26 de abril de 2026 - 08h14

Por
muito tempo, se dizia que Porto Velho não tinha capacidade de produção
agropecuária. Essa equação começou a mudar durante os dois mandatos do
ex-prefeito Hildon Chaves à frente da administração da capital. “Com muito
trabalho e
dedicação dos produtores rurais e o apoio da nossa gestão, demos um grande salto de produtividade e agregamos valor
à atividade durante os oito anos em que administramos a prefeitura de Porto
Velho”, explica Hildon.
Pré-candidato
ao governo do Estado nas eleições deste ano, pela federação de partidos formada
por União Brasil, PP e Republicanos, Hildon Chaves pretende levar a experiência
de sucesso de Porto Velho para todo o estado de Rondônia. “Vamos fazer uma
gestão eficiente do dinheiro público para podermos investir onde a população de
fato vai sentir a diferença”, diz Hildon. “Isso vai trazer mudanças reais na
vida de cada rondoniense, de cada família. Nossa gestão vai cortar os gastos
desnecessários e transformar tudo isso em novos investimentos. Estamos pensando
a médio e longo prazo para levar desenvolvimento a todas as regiões”.
Dono
do maior rebanho de gado bovino de Rondônia, com mais de 1,6 milhão de cabeças,
Porto Velho possui hoje o terceiro maior plantel do país em números absolutos e
tem sido fundamental para o crescimento da agropecuária rondoniense, gerando
empregos e renda e impulsionando a economia de forma significativa,
especialmente por meio das exportações de carne para os principais mercados
mundiais, alcançando anualmente cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) em
receitas para o estado.
“Rondônia
é reconhecida internacionalmente como área livre de febre aftosa sem vacinação,
que é o maior status concedido a um país ou região produtora em todo o mundo”,
explica Hildon. Durante a gestão do ex-prefeito e atual pré-candidato ao
governo do Estado, a produção leiteira de Porto Velho saltou de uma média
diária de 20 mil litros para aproximadamente 80 mil litros, quadruplicando a
produção em oito anos, se destacando como um dos principais produtores de leite
de Rondônia.

Hildon
afirma que, assim como fez em Porto Velho, terá um olhar muito voltado para a
agricultura familiar dentro do estado. “Temos que voltar a priorizar o homem do
campo. Tínhamos programas importantes como o Balde Cheio, que atendia o
produtor de leite, o Promec, que levava horas-máquina para as pequenas
propriedades, e também as agroindústrias, que traziam maior valor agregado para
a produção. Nossas estradas vicinais estão com sérios problemas. Sem logística,
Rondônia não cresce”, afirma.
“Para
fortalecer e aumentar a renda da população é preciso fomentar o campo”, diz
Hildon, citando como exemplo a experiência bem-sucedida com o plantio de café
clonal nas
redondezas de Porto Velho e nos distritos de União Bandeirantes, Rio Pardo, e Ponta do Abunã. “Destinamos 2,5 milhões de mudas de café clonal
que beneficiaram mais de mil famílias de agricultores e
o resultado é que atualmente, a cafeicultura já é um dos destaques na
geração de emprego e renda na agricultura de Porto Velho”.
Hildon defende que com um investimento de R$ 200 mil, na forma de crédito
agrícola, um pequeno produtor consegue plantar dois hectares de café e, a
partir do terceiro ou quarto ano, ter um rendimento médio familiar mensal de R$
10 mil somente com essa atividade. “Temos a possibilidade de criar uma faixa de
classe média dentro do estado, mantendo o homem no campo e estimulando a
geração de receitas para melhorar a vida de milhares de famílias rondonienses”,
afirmou.
Além
do desenvolvimento do café, durante a gestão de Hildon houve um grande
acréscimo na produção de itens comercializados em Porto Velho,
como a banana, melancia e mandioca, destacando ainda a posição privilegiada do
município na produção de açaí, coco, limão, laranja, mamão, maracujá e abacaxi,
demonstrando grande diversidade produtiva.

Com a
expansão do plantio da soja, milho e arroz, o município de Porto Velho se
consolida como a nova fronteira de produção de grãos do país. Segundo dados do
IBGE, em dez anos, a safra da soja cresceu 7.000%, milho teve 2.700% de
crescimento e arroz 1.000%.
A soja
alcançou a produção de 150 mil toneladas em 2023. As culturas do arroz e milho
também ganharam projeção na capital de Rondônia. Em 2023, foram 13.260
toneladas de arroz colhidas. No mesmo ano, a produção de milho alcançou 73.125
toneladas. Porto Velho saiu da quarta para a terceira posição entre os
municípios que mais produzem arroz no Estado.
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