Terça-feira, 11 de março de 2014 - 13h15
Sem uma resposta satisfatória do governo do estado à pauta de reivindicações apresentada ainda em dezembro de 2013, os trabalhadores em educação da rede estadual de Rondônia poderão paralisar as atividades a partir da próxima semana.
Reunião do Sistema Diretivo do Sintero, com a participação de todas as Regionais, deliberou pela participação na greve nacional, convocada pela CNTE, com atividades nos dias 17, 18 e 19 de março.
No dia 17 serão desenvolvidas atividades nas Regionais, dia 18 será realizada uma grande assembleia e ato público em Porto Velho com a participação de caravanas de todo o Estado, e o movimento poderá continuar a partir do dia 19, se não houver uma negociação com o governo.
Os trabalhadores em educação estaduais reivindicam reajuste salarial, a continuidade da gratificação de 7,97% que acabou em dezembro, a reposição da inflação de 2012 prometida pelo governo em 2013 no índice de 5,87%, além de outros itens, como o pagamento da licença prêmio em pecúnia, outra promessa do governo não cumprida, o retorno do auxílio saúde aos aposentados, a atualização das progressões, e o cumprimento da Lei nº 680/2012 (Lei do Plano de Carreira da Educação).
Embora a direção do Sintero e representantes do governo já tenham se encontrado três vezes para discutir a pauta, não houve qualquer avanço que indique o atendimento das reivindicações.
Todas as reuniões se resumiram no argumento do governo de que não há recursos para o atendimento das reivindicações, o que não é aceito pelos trabalhadores em educação, já que algumas situações não são explicáveis.
É o caso da gratificação de 7,97% que vinha sendo paga até dezembro através de verbas de custeio da Seduc, e agora o governo diz que não tem dinheiro para continuar pagando. “Como não tem dinheiro? Esses recursos são da educação. Deixando de pagar essa gratificação, onde esse dinheiro será usado?” questionou o presidente do Sintero, Manoel Rodrigues.
Outra situação que não tem explicação é a economia feita pelo governo com o fim dos contratos das empresas de vigilância privada, que só em 2013 consumiriam mais de R$ 50 milhões em recursos da educação.
“O fato é que os salários dos trabalhadores em educação estão ficando cada vez mais achatados, não estão acompanhando nem a inflação, o que agrava ainda mais a situação, mantendo esses profissionais com os piores salários entre os servidores do Executivo estadual”, disse Manoel Rodrigues.
Segundo a direção do Sintero, o governo do estado pode evitar uma greve na educação, poupando a sociedade de mais prejuízos. “Está nas mãos do governo. Se acontecer outra greve na educação, a responsabilidade é do governo”, finalizou o presidente do Sintero.
Fonte: Ascom
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