Segunda-feira, 25 de janeiro de 2010 - 11h34
O perito em segurança digital Wanderson Castilho, considerado um dos maiores especialistas do Brasil, sendo autor do “Manual do Detetive Virtual”, com larga experiência em análise forense digital com cerca de 400 casos solucionados, afirma que os crimes de difamação e furto de informação são os que mais afetam as empresas.
“O vírus ainda é numericamente o maior problema dos internautas. Por exemplo, o vírus Conficker infectou mais 6,5 milhões de máquinas no mundo todo (até 17 de dezembro de 2009). De acordo com informações do Shadowserver, um a cada sete computadores foram infectados. Porém, a cada dia este numero vem diminuindo, enquanto que os crimes de difamação e furto de informação dobram a cada ano por não termos leis especificas para o crime cibernético”, explica Castilho, que, no próximo dia 6 (sábado), participará do 2º Congresso Nacional de Segurança Digital, apresentando a conferência “Técnicas de Perícia e Investigação Forense”.
O evento será realizado no auditório da Fieam/Sesi (Gilberto Mendes de Azevedo), na avenida Joaquim Nabuco, nº 1919, Centro, Zonal Sul, de 8h às 18h. Também participarão das conferências os peritos Nelson Murilo e Rafael Soares Ferreira. As reservas e outras informações podem ser obtidas por meio dos telefones (92) 3233-0700 e 3622-4961 e no site www.congressodigital.com.br.
Entre os casos que já solucionou para empresas brasileiras, está um crime que teve de ser resolvido a partir dos Estados Unidos. “Recentemente, uma empresa me contratou para rastrear um criminoso virtual que invadiu seus sistemas e apagou todo o banco de dados e e-mails. Por experiência, já tinha em mente que a probabilidade de ser um ex-funcionário era grande. Através das análises dos logs recuperados, após o criminoso ter apagado, identifiquei o IP de origem, dos USA, num determinado provedor. Fui pessoalmente até o provedor com autoridades americanas. Através de medidas judiciais, obtive o IP do Brasil que o criminoso achava que eu nunca iria obtê-lo, fizemos um pedido de quebra de sigilo e em 45 dias estávamos na casa do ex-administrador da empresa que também havia entrado com uma ação trabalhista. Como o suspeito havia cometido vários crimes, tais como falsidade ideológica, fraude de documentos e prejuízos à empresa, agora ele está respondendo civil e criminalmente por seus atos”, conta.
Além de autor de obras especializadas sobre o tema e da larga experiência em solução de crimes digitais (roubo de informações empresariais, tentativas de extorsão, difamação etc.), Castilho é advogado e realiza trabalhos para o Ministério Público e autoridades de São Paulo e de outras regiões do Brasil. Ele também é membro consultor da Comissão de Direito na Sociedade da Informação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e é o único membro brasileiro no Conselho da Cyber Defense Education (CDE).
Fonte: Guilherme Gil – MTb nº 05/AM
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