Quarta-feira, 20 de junho de 2012 - 19h29
A reaproximação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional Rondônia das grandes discussões que movem a sociedade foi o grande mote da entrevista concedida no final da manhã desta quarta-feira (20) pelo pré-candidato a presidência da OAB/RO, advogado Andrey Cavalcante ao programa A Voz do Povo, transmitido pela Rádio Cultura FM.
Na ocasião, Andrey também falou sobre a situação vexatória que a Ordem foi exposta nessa semana, num ato público de lavagem das calçadas do prédio promovida pelo presidente da Assembléia Hermínio Coelho (PSD).
Andrey lembrou como e porque surgiu a Ordem dos Advogados do Brasil, no contexto histórico do país que coincide com o surgimento da democracia. Pois foi a classe de advogados a maior defensora dos direitos individuais, da liberdade de expressão e dos direitos humanos. Nesse sentido, salientou que OAB de Rondônia “precisa voltar a ser o braço efetivo da sociedade sob pena de padecer. Demoramos tanto para ter um espaço democrático, o respeito e o reconhecimento da sociedade que corremos agora o risco de perder esse conceito”.
Bastante indignado, Andrey falou sobre o ato de lavagem das calçadas da OAB em Porto Velho promovido pela Assembleia Legislativa em função do recente escândalo dos precatórios do Sintero denunciado pelo CNJ. “Nunca vivenciamos esse achaque na nossa história, essa atitude comandada pelo presidente da Assembléia Legislativa teve um destinatário só (o atual presidente Helio Vieira), conforme amplamente destacado pela imprensa, porém afetou os mais de seis mil advogados de Rondônia e a instituição. A nossa classe amanheceu entristecida”.
Na visão do pré-candidato, o silêncio foi interpretado da pior forma possível, o que acabou desencadeando esse ato de faxina, em função de uma nota pálida e sem assinatura, que nada tinha em seu conteúdo algo que pudesse ser interpretado como respeito à sociedade e a democracia. “Se eu fosse o presidente teria outra posição, iria para frente e defenderia minha conduta em respeito a ética e a cidadania”.
Andrey defendeu uma OAB legítima em defesa dos direitos do cidadão e acredita que é possível reverter esse quadro com uma nova gestão que resgate o papel da Ordem junto a sociedade. Para ele, ser independente é o primeiro passo para resgatar a dignidade da entidade, tanto que em resposta a um ouvinte, declarou: “nada, absolutamente nada derrubará ou aniquilará a Ordem dos Advogados do Brasil”. Ele ainda ratificou que vai defender o retorno às discussões institucionais promovidas pelos Poderes e autarquias, discutir questões que envolvem o pleno exercício da profissão e lutar para que a Escola Superior da Advocacia volte a ser um elo com os advogados e o seu profundo aperfeiçoamento profissional.
Fonte: Eficaz Comunicação
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