Quarta-feira, 10 de novembro de 2010 - 20h13
O objetivo deste é solicitar cordialmente o direito de resposta, referente o que foi publicado neste site no dia 08/11/10 – segunda-feira, com o título: PSOL/RO racha mais em Rondônia após encontro Estadual.
Antes de responder ponto a ponto a matéria publicada por este site, queremos destacar que o conteúdo da mesma foi leviana e caluniosa e foge aos padrões de um bom jornalismo, pois ataca pessoas sem, contudo, ter a decência de ouvir o outro lado em questão. As pessoas citadas não são ocultas, têm endereços declarados, telefones e sempre ligados, engajados socialmente, e dirigentes partidários. Dessa forma pedimos de público para expor a indignação de um grupo dirigente do PSOL/RO, a seguir:
1) De fato o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL/RO) realizou o encontro estadual no dia 06/11, sendo precedido no dia 05/11 de uma conferência “PSOL: os desafios da esquerda e um partido necessário” realizada pelo secretário geral nacional do PSOL professor universitário e economista Afrânio Bappré. A matéria mente quando afirma que “a Direção Estadual deu GOLPE em todas as direções municipais do estado, destituindo-as e com apoio do Secretário Geral Nacional que já não estava presente ao evento”. O autor da matéria se tivesse preocupação com a verdade deveria ter informado a sociedade de que o encontro estadual do PSOL apenas referendou o que foi decidido e encaminhado na plenária estadual ocorrida no dia 07/10, portanto, compete ao diretório estadual como instância superior fazer os devidos encaminhamentos. É leviano afirmar que o secretário nacional do PSOL apoiou um golpe; o autor além de não ter as verdadeiras informações, e o pior, não as busca-las, denigre a imagem de um dirigente nacional do PSOL sem sequer conhece-lo. Afrânio Boppré veio a Rondônia a convite da direção estadual para fazer o trabalho de direção nacional.
2) Ainda afirma que: “para o Presidente Municipal Muniz, Adilson Siqueira manipula todos os filiados do partido, assim como fazia com a Presidente Marisia, quando não precisa mais deles, dispensa-os em forma de Golpe e expulsão e lembra os filiados de gestões anteriores da Direção Estadual, Professor Dettoni e José Rosa”.
Não se pode conceber tal acusação falaciosa, pois se se afirma “Adilson Siqueira manipula todos os filiados do partido” menospreza-se a capacidade de inteligência dos nossos companheiros, pessoas conscientes do papel que desempenha um partido político como o PSOL e que se diferencia dos demais justamente pelo caráter democrático das suas formas deliberativas. Portanto, tal afirmação se contrapõe à lógica democrática interna do partido.
Queremos esclarecer que até o presente, o PSOL/RO nunca abriu um processo de expulsão de nenhum filiado, portanto é uma mentira a afirmação de que o professor José Dettoni e José Rosa foram expulsos do partido, aliás, deve-se dizer que o Prof. Dr. José Dettoni é uma das pessoas mais respeitadas nesse estado e que goza de todo respeito pela direção do PSOL, bem como o companheiro valoroso José Rosa, que sempre se colocou a disposição na construção do Partido.
3) Por fim, na matéria o Senhor Muniz refere-se ao Professor Adilson Siqueira, assim: “ele não tem moral para falar, pois prega ética e não a tem, Está inelegível por oito anos por incompetência eleitoral por não pagar as contas de campanha e não prestar contas de forma correta, e não tem peito para falar do nosso grupo o MER, o PSOL está dividido em dois grupos o MER e os golpistas socialistas” (sic). Resta-nos esclarecermos que Adilson Siqueira não tem nenhuma pendência de contas de campanha. Além do que passa uma informação mentirosa de que o mesmo esteja inelegível.
Porém, é oportuno esclarecer que os problemas com sua prestação de contas refere-se a campanha de 2008 quando candidato a prefeito de Porto Velho. No entanto, o responsável pela prestação das referidas contas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RO), naquele momento, era o senhor Marcio Martins, autor da matéria, o responsável pela condução da documentação junto ao TRE/RO
Queremos deixar claro que o PSOL se constitui em uma ferramenta de organização e luta do povo contra todo tipo de opressão e desigualdade. Deve-se dizer que este é um partido pequeno, porém está se constituindo como uma alternativa nacional, e não como uma sigla de aluguel. Dessa forma entendemos que não é a opinião de uma ou duas pessoas que irá caracterizar como um racha ou irá manchar a trajetória daqueles que não se rendem, não se calam e não se vendem.
Porto Velho, 10 de novembro de 2010
Aluízio Vidal Flor
Presidente do PSOL/RO
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