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Crescimento do PIB de RO supera Sudeste e Sul


Crescimento do PIB de 2005 de Rondônia
supera os das regiões Sudeste e Sul

A divulgação oficial da nova série do Produto Interno Bruto (PIB) dos estados pelo IBGE comprova o que o governador, Ivo Cassol, vem afirmando nos últimos anos: Rondônia é o Estado que em franco desenvolvimento. O PIB do Estado 2005 foi de R$ 12.902 (doze bilhões, novecentos e dois milhões de reais), representando 12,1% do total da região Norte e o 0,6% do Brasil. Com esse valor o PIB de Rondônia foi o 3º colocado em comparação com os estados da região Norte (respectivamente Pará – 2º e Amazonas 3º) e 22º em relação aos demais estados do País. No mesmo período, Rondônia foi o 11º colocado em crescimento em relação aos outros estados brasileiros, um índice superior a todos os estados da região Sudeste e Sul.

O Produto Interno Per Capita de Rondônia em 2005 foi de R$ 8.408 (oito mil, quatrocentos e oito reais), com crescimento de 16,6% comparado com o ano de 2004.Em relação ao Brasil a sua posição em 2004 era a 13ª mantendo o ranking em 2005. Comparada com a região Norte, sua colocação foi a 2ª em 2005. No ano anterior era a 3ª.

As contas regionais do Brasil foram revisadas adotando o ano de 2002 como referência. Essa escolha foi baseada na disponibilidade de dados suficientes para a construção, a partir de uma metodologia homogênea, da Conta de Produção de todos os estados. Em Rondônia, o trabalho foi elaborado pela gerência de Pesquisa e Estatística, da Secretaria Estadual de Planejamento – Seplan e homologada pelo IBGE.

Setores em destaque 

O setor que mais cresceu no Estado foi o da indústria (25,96%). Dentro dele, a atividade com aumento mais expressivo novamente foi o da indústria de Transformação com 75,1% em atividades como: fabricação de produtos alimentícios, bebidas, vidro, preparação de carne e de pescado, couro, confecções, artigos do mobiliário, laticínios, ferros ligas, desdobramentos de madeiros e etc.

Em seguida estão os setores de Serviço – com crescimento de 15,24%, proporcionado pela atividade de Serviços Prestados às Empresas (60,25%); Construção com 16,3%; Serviços de Informação com 30,06% e Intermediação Financeira, Seguros e Previdência Complementar com 26,67%.

A Agropecuária teve crescimento de 6,45%, no ano de 2005, sendo que a agricultura (10,78%) obteve crescimento maior que a pecuária (3,62%).O setor teve a 2ª participação na economia do PIB estadual, comprovando sua importância como geradora de matérias primas para a agroindústria e de empregos. Os produtos que mais se destacaram, no período, foram à cultura da cana-de-açúcar com crescimento de 66,0% e a soja com 43,1%.

A pecuária alcançou um patamar elevado de competitividade perante o mercado nacional e internacional. A pecuária de corte participa com 59% do rebanho bovino e a pecuária de leite com 41%. O secretário de Planejamento, João Carlos Ribeiro reafirmou a importância da união dos pecuaristas para manter e elevar, no próximo ano, este índice. “Um exemplo de trabalho, nesse sentido foi a recente assinatura do Pacto da Pecuária” destacou o secretário.

Setores com menores índices

A atividade extrativista mineral apresentou a maior queda do período, 46,7%, nela estão incluídas: exploração de calcário, cassiterita, diamante, granito, ouro, platina, pedra, areia e outros. A queda da comercialização da cassiterita foi atribuída aos elevados custos de produção. O segundo lugar foi ocupado pela construção civil, em 2005, com queda de 23,9%. A nova série do PIB dos municípios será divulgada no próximo dia 21 de dezembro.

Fonte: Decom

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