Sábado, 13 de fevereiro de 2010 - 21h17
As eleições do Sindicato dos Servidores Públicos de Porto Velho (SINDEPROF), realizadas nesta sexta-feira (12), que teve a apuração finalizada na madrugada deste sábado (13), apresentou o seguinte resultado: Chapa 1, encabeçada por Ellis Regina, teve 1.042 votos válidos que representa 55,02% da votação; a chapa 2, com Robertinho, ficou com 548 votos ou 28,93%; a chapa 3 com Raimundo Nonato teve 147 votos que representa 7,76%; e a chapa 4 ficou com 157 votos ou 8,29% dos votos válidos.
Em que pese o acompanhamento do Ministério Público do Trabalho, que assegurou o pleno direito de fiscalização; a atual diretoria, que conseguiu eleger a comissão eleitoral, com base em regras antidemocráticas colocadas no estatuto, estabeleceu um procedimento de coleta de votos que prejudicou muito a participação dos servidores de duas das maiores secretarias municipais: SEMUSA (saúde) e SEMED (educação); setores onde notoriamente a rejeição a atual diretoria seria maior.
A “estratégia” utilizada para dificultar a votação nas duas Secretarias, segundo as chapas de oposição, foi disponibilizar poucas urnas itinerantes. Para as escolas, foram disponibilizadas apenas três urnas itinerantes, sendo uma na zona leste, para coletar votos em 16 escolas; a segunda urna pra zona oeste, para 14 escolas, distantes umas das outras; e a terceira na zona sul para 13 escolas, que são as maiores da rede municipal. As dezenas de escolas comunitárias sequer foram incluídas nos roteiros de urnas itinerantes.
Já na SEMUSA, com mais de duas dezenas de postos de saúde, em que os servidores trabalham em turnos diferentes de trabalho, foram disponibilizadas, também, apenas três urnas itinerantes, o que inviabilizou a votação da maioria dos servidores filiados. As chapas já estão com provas documentais de que foram descumpridos os horários e itinerários estabelecidos no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado no MPT; bem como, foi descumprido o edital que previa urnas em todas as Secretárias.
As assessorias jurídicas das três chapas de oposição já preparam os pedidos de anulação dessa eleição, que serão encaminhados ao Ministério Público do Trabalho e à Justiça. Querem uma nova eleição, pois com as dificuldades criadas pela comissão eleitoral para a votação dos servidores das secretárias que não interessavam à atual Diretoria do SINDEPROF, cerca de 1.000 associados, do total de 3.096, ficaram sem votar.
Fonte: CUT
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