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Política - Nacional

TCU: Líder do PT diz que derrota mostra problema na base


Isabel Braga - Agência O Globo BRASÍLIA - O líder do PT na Câmara, Henrique Fontana (RS), admitiu nesta quinta-feira que faltou coesão na base aliada na votação para uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). O candidato do PFL, Aroldo Cedraz (BA), venceu a disputa no plenário por 172 votos, contra 148 do petista Paulo Delgado (MG). Segundo Fontana, a base ajudou o pefelista. O colunista Jorge Bastos Moreno diz em seu blog que a eleição de Cedraz, na prática, é o primeiro turno da eleição para presidente da Câmara. - De 100 a 110 deputados da base decidiram dar a vitória ao candidato do PFL - afirmou. Para Fontana, a derrota do governo mostrou que há um "problema real" na base aliada, mas ele está confiante de que será resolvido antes da disputa pela presidência da Câmara. - A derrota mostrou um problema real na base que temos que enfrentar e vamos trabalhar com o candidato da base para a presidência. Foi uma derrota da base de sustentação do governo - disse. Perguntado se os votos dados por deputados da base aliada aos outros candidatos não seria uma reação ao lançamento, pelo PT, da candidatura de Arlindo Chinaglia (SP) para a presidência da Câmara, Fontana disse que, se isso ocorreu, foi um grave erro político da base. - Que tipo de recado? Se fosse um recado, seria injusto. Se o recado é de veto ao PT, ele será um recado errado. É um erro político grave. Num governo de coalizão não se pode vetar nenhum dos partidos da coalizão. Sobre a possiblidade de o PT abrir mão da candidatura de Chinaglia, Fontana disse que o partido vai dialogar com todas as candidaturas. Ele disse não estar com medo de a derrota prejudicar a candidatura de Chinaglia. - Na minha opinião, isso deve ser perguntado a quem não votou. Nos unificamos em torno de um candidato, e a base não votou. Acredito que o diálogo vai render bons frutos. Temos até fevereiro e não vamos ter a repetição do que tivemos ontem à noite. O PT não veta e não quer ser vetado. Está pronto e aberto para o diálogo. Com a escolha de Aroldo Cedraz para a vaga do TCU, assumirá na Câmara o suplente do deputado, João Carlos Bacelar (PL-BA). O cargo do ministro do TCU é vitalício, com salário mensal de R$ 23 mil (bem maior do que o de deputado), e dá direito a carro com motorista. Por isso, a vaga provoca tanta disputa.

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