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Política - Nacional

Renan reage a críticas de Temer sobre diálogo com governo


Adriana Vasconcelos e Ilimar Franco - Agência O Globo BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu às queixas do presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), que reclamou nesta terça-feira do fato de o partido não ter sido procurado institucionalmente para negociar sua participação no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Para Renan, o presidente Lula é quem definirá o momento adequado para abrir esse diálogo. Embora tenha frisado que é favorável à incorporação de todos os segmentos do partido nessa negociação, Renan deixou claro que Temer - depois de ter defendido a candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência - não conseguirá representar aqueles que apoiaram a reeleição de Lula, apenas por estar na presidência do PMDB. - Claro que as conversas com o PMDB precisam ser institucionais. Mas é utópico achar que uma só pessoa vá representar todas as correntes do partido. Por isso mesmo, temos de democratizar essa interlocução - defendeu Renan. Na avaliação do senador, o presidente Lula, se tiver paciência e tempo, deveria buscar o diálogo com todas as correntes do partido. O presidente do Senado garantiu que na conversa que Lula teve na semana passada com o deputado Jader Barbalho (PMDB-PA), e que teria motivado as críticas de Temer, não foi tratada em nenhum momento a ampliação da participação do PMDB no governo. - É importante levar todas as correntes para essa conversa. Esse seria o ideal. O Jader conversou com o presidente Lula durante toda a campanha presidencial. Isso não é uma novidade e não foi falar em nome de ninguém - assegurou o presidente do Senado. Renan acrescentou que não vai se opor a qualquer iniciativa de Temer de convocar o conselho político ou mesmo uma convenção nacional para discutir a participação do PMDB no governo. Na sua opinião, o partido só não pode cometer a velha estratégia de reivindicar cargos, ministérios, antes de discutir uma agenda de crescimento para o país. Ao criticar o presidente, Temer afirmou que Lula está cometendo o mesmo erro que teve na campanha de 2002: o de privilegiar grupos do partido. Por conta disso, o presidente do PMDB se declarou independente em relação ao governo.

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