Porto Velho (RO) sexta-feira, 16 de novembro de 2018
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Política - Nacional

Próximo presidente terá um funcionalismo que custa 12 vezes o gasto do Bolsa Família


Henrique Gomes Batista - Raquel Miura - Agência O Globo BRASÍLIA - O presidente a ser eleito em duas semanas tem um desafio que, em reais, é maior que programas sociais, obras ou investimentos: administrar a máquina do governo, que gastou no ano passado R$ 100,3 bilhões em salários e benefícios de 1,96 milhão de servidores da ativa e aposentados. O valor da folha do funcionalismo representa 12 vezes o que se gasta com repasses a 11 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família (R$ 8,4 bilhões). Para fazer frente à folha, foram consumidos 26,9% do arrecadado com impostos federais no ano passado. (Leia a íntegra desta reportagem no jornal "O Globo")Segundo especialistas, a diminuição do peso do Estado é uma das saídas para obtenção de mais recursos para investimentos, para reduzir juros - diminuindo a necessidade de financiamento do Estado - e para estimular o crescimento econômico. A redução de gastos públicos ganhou força no segundo turno da disputa rumo ao Planalto, mas os dois candidatos, o petista Luiz Inácio Lula da Silva e o tucano Geraldo Alckmin, não detalham em seus programas de governo como fazer isso.Privatização em São Paulo arrecadou R$ 77,5 bilhões desde governo Covas

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