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Política - Nacional

PF faz operação contra crimes financeiros em seis estados


Agência O Globo RIO - A Polícia Federal desencadeou nesta quinta-feira a Operação Castelhana para desarticular uma organização criminosa especializada em crimes financeiros com sede em Belo Horizonte. A investigação é de responsabilidade da Diretoria de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, da Receita Federal e do Ministério Público Federal. No total, estão sendo realizadas cerca de 20 prisões, além de 50 buscas e apreensões. Entre os presos, estão empresários, contadores e advogados envolvidos na fraude. Para a Operação Castelhana, foram recrutados aproximadamente 250 policiais federais e 120 auditores da Receita Federal. As ações acontecem nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Alagoas e no Distrito Federal. Todas as prisões, buscas e seqüestros de bens foram deferidos pelo Juízo Federal da Vara Especializada em "Lavagem de Dinheiro" de Belo Horizonte. As prisões temporárias são válidas exclusivamente por 5 dias e têm por finalidade garantir que testemunhas não sejam intimidadas e que provas sejam ocultadas. Para acompanhar as diligências nos escritórios de advocacia, foram solicitados representantes da Ordem do Advogados do Brasil em quatro estados. O esquema de fraudes da organização criminosa faz uso de sociedades anônimas off-shore estabelecidas no Uruguai e na Espanha, em nome de "laranjas", para ocultar e dissimular valores e bens dos empresários brasileiros. Entre os investigados, estão membros de escritórios de advocacia, contadores, "laranjas" e sócios de empresas brasileiras. Os escritórios de advocacia do grupo investigado eram responsáveis por todos os trânsitos burocráticos tanto no exterior quanto no Brasil e, além da constituição de off-shores e empresas de fachada, responsabilizava-se ainda por arregimentar "laranjas", por manter as empresas ativas e regulares no exterior e por registrar toda a documentação perante os orgãos de fiscalização brasileiros. A Receita Federal estima que a ação criminosa do grupo pode ter causado aos cofres públicos um prejuízo superior a R$ 1 bilhão.

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