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Política - Nacional

PF começa a ouvir controladores de vôo segunda-feira


Agência O Globo BRASÍLIA - Os controladores de vôo que trabalham no Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo em Brasília (Cindacta1) devem começar a ser ouvidos segunda-feira pela Polícia Federal. Na quarta-feira, foi aberto inquérito para apurar as responsabilidades pelo acidente com o Boeing 737-800 da Gol, que causou a morte de 155 passageiros. - Vou ouvir os controladores de vôo responsáveis e colher toda prova pericial já feita pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e pela Aeronáutica - disse Renato Sayão, delegado da PF que vai cuidar das investigações. O delegado disse que começa a receber nesta quinta-feira material sobre as investigações que estão em poder da Polícia Civil, em Cuiabá, do Ministério Público e da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso. Sayão participou nesta quinta de reunião com a Polícia Civil do estado para definir de quem é a competência das investigações. - O trabalho da Polícia Civil é excelente. Eles tomaram todas as providências que tinham de ter tomado, mas parece que estamos chegando a um consenso que se trata de competência da justiça federal - afirmou o delegado. Sayão descartou, por enquanto, a necessidade de tomar os depoimentos do piloto e do co-piloto do jato Legacy, que teria colidido com o Boeing da Gol. - Eles já foram ouvidos pela Polícia Civil e deram depoimento bem detalhado. Não sei se seria conveniente ouvi-los agora, de imediato - comentou. Apesar de descartar novo depoimento do piloto e do co-piloto do Legacy, o delegado disse que a retenção dos passaportes dos dois, determinada pela Justiça no início da semana, é fundamental para a continuação das investigações. - Se esses pilotos saírem do país antes das investigações serem concluídas, será um prejuízo irreparável para a coleta de provas. Como vou fazer um interrogatório de uma pessoa que está nos Estados Unidos? E, caso venham a ser considerados culpados de alguma coisa, se ficar provado, como é que eles vão responder a um processo, estando no exterior? - questionou. Renato Sayão também disse que ainda é prematuro atribuir culpa ao piloto do Legacy. Segundo ele, ainda não se pode afirmar que o piloto do jato desligou o sistema que detecta o avião no radar do Cindacta. - Não existe nenhum documento oficial a respeito desse fato. Não existe nada que diga isso. São hipóteses apenas - afirmou. O inquérito tem prazo de 30 dias para ser concluído. Esse prazo pode ser prorrogado por mais 30 dias.

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