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Política - Nacional

Para presidente do TSE, escândalos na política brasileira são piores que o 'Watergate'


Carolina Brígido - Agência O Globo BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello, afirmou nesta quinta-feira que os últimos escândalos na política brasileira são muito piores que o caso Watergate, que resultou na renúncia do então presidente americano Richard Nixon, nos anos 60. O magistrado evitou polemizar sobre os ataques feitos por Marco Aurélio Garcia, coordenador da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista à rádio CBN, Garcia considerou a comparação com o caso Watergate "exagerada" e com possível "conotação partidária". - Referi-me que é muito pior a partir do contexto do somatório de notícias encerrando escândalos nos últimos anos. Sua excelência (Marco Aurélio Garcia) apontou vários enfoques e disse mesmo que não poderia acreditar que o que falei tivesse conotação partidária. O Judiciário não está engajado em qualquer política, a não ser na política institucional, de prevalência da ordem jurídica - afirmou o magistrado - disse Marco Aurélio Mello. O presidente do TSE negou que o episódio tivesse deixado qualquer clima de mal entedido com Garcia. Afirmou que não vai procurar o coordenador da campanha petista para discutir o assunto. Mas deixaria as portas de seu gabinete abertas para recebê-lo. - Ele hoje está capitaneando uma campanha eleitoral. É natural que defenda o candidato dessa campanha eleitoral. Não vislumbrei qualquer aspecto que pudesse implicar uma injúria ou uma agressividade maior tendo em conta o TSE e a minha própria pessoa - disse o presidente do TSE. O magistrado ainda ressaltou que as acusações de que o PT estaria negociando um dossiê contra o candidato ao governo paulista, José Serra, poderia interferir no resultado das eleições de 1º de outubro. - Pode repercurtir, sem dúvida alguma. Mas ainda é muito cedo para falarmos sobre as conseqüências desse processo. São fatos que, de início, deixam a todos perplexos. Mas precisamos esclarecer esses fatos. Nós precisamos buscar a verdade, o que realmente aconteceu, e o grau de envolvimento de cada um dos citados - ponderou.

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